terça-feira, 6 de março de 2012

Governo de Moçambique rejeitou transporte de carvão pelo rio Zambeze

(2012-03-03) O governo de Moçambique rejeitou a proposta apresentado no ano passado pela empresa australiana Riversdale Mining, posteriormente apoiada pelo grupo Rio Tinto, para o transporte de carvão pelo rio Zambeze, afirmou quinta-feira o ministro dos Transportes, Paulo Zucula.

Contactado pelo telefone pela agência financeira Reuters, o ministro precisou que o impacto ambiental da proposta é muito negativo e, não havendo soluções para mitigar esse efeito, não é possível utilizar o transporte fluvial para transportar até à costa o carvão mineral extraído na província de Tete.
A Riversdale Mining propôs transportar numa fase inicial 2 milhões de toneladas de carvão por ano em barcaças que seguiriam o rio Zambeze até ao porto da Beira, a ser progressivamente aumentada até 12 milhões de toneladas.

“De quatro em quatro anos temos problemas com o rio Zambeze que sai das margens e mata pessoas e se vamos dragar o rio e alargar as margens vamos ter mais problemas”, disse ainda o ministro.

A actual capacidade ferroviária para transportar carvão de Tete até ao porto da Beira pela linha do Sena está limitada a 6 milhões de toneladas/ano mas o ministro garantiu que as empresas mineiras não irão encontrar grandes problemas para escoar minério, atendendo a que o governo tem planos para reforçar tanto a linha do Sena como outras linhas de caminho-de-ferro e instalações portuárias.

“O único problema é de calendário uma vez que o governo está à procura de financiamento para executar os planos existentes”, disse Paulo Zucula, que garantiu que no final do ano a linha do Sena terá uma capacidade de 10 milhões de toneladas/ano e que em 2013 o porto de Nacala começará a ser reparado e duas linhas de caminho-de-ferro a serem construídas.

Fonte: (macauhub)

Foto: arquivo do Portal de Sena


sábado, 3 de março de 2012

Brinquedos Made in Marromeu

Zona fabril,cidade, etc.
Os engenheiros Por: Fernando Raposo

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

António Estima: “Está difícil actuar em Maputo...”

João António Estima é um célebre músico Beirense. Possui uma carreira que se arrasta há cerca de 40 anos. No entanto, só em 2010 é que gravou "Marromeu ndinwathu", o seu primeiro e único trabalho discográfico. as suas músicas são um sucesso que não se reflecte na sua vida. Emigrar para a cidade de Maputo, a fim de realizar alguns concertos e impressionar os produtores de espectáculos e divertimentos públicos locais, é um sonho antigo. Enquanto não se concretizar, a sua visibilidade continua adiada...

“Bebé que não chora não mama”. O provérbio e a sua verdade são sobejamente conhecidos. Neste sentido, talvez, para evitar os seus efeitos que no seu caso significam perecer precocemente na arte, João António Estima, um dos mais notáveis cantores sofalenses aproveitou a efémera estada do @Verdade na cidade da Beira para revelar a insatisfação que a seguinte realidade lhe traz:
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O público aderiu em massa em Marromeu

O público aderiu em massa e aplaudiu, apoiando os concorrentes e convidados do carnaval em Marromeu que, iniciou no dia 24 a 26 de Fevereiro.

Foram 3 dias de jeito que o publico de Marromeu viveu momentos de muita animação e festa. Canto de actividades diversificadas (musica, desfile e mais) coloriu as ruas e o palco municipal.


Portal de Sena agradece aos organizadores e a todos que apoiaram.