quinta-feira, 4 de abril de 2013

Estão a trabalhar afincadamente no sentido de ligar o posto administrativo de Malingapansi com o resto do mundo


Malingapansi é um dos 3 postos administrativos que formam o distrito de Marromeu na província de Sofala localizado no centro-leste de Moçambique, região costeira do canal de Moçambique, perto da foz do rio Zambeze.

A Empresa de capitais vietnamitas Movitel está a trabalhar afincadamente no sentido de ligar  o posto administrativo de Malingapansi ao resto do mundo com a instalação da rede de telefonia móvel. De referir em Marromeu a operadora já estendeu a sua rede nos postos administrativo de Chupanga, Nensa e vila sede.

Segundo fontes uma parte do material que servirá para ligar o posto de Malingapansi com o mundo já se encontra em Marromeu. ‘’A informação incluída nesta publicação provém de fonte considerada não muito fiável de natureza informativa’’

Entretanto a equipa de portal de Sena agradece a especial atenção que a Movitel esta a dar: expandindo a rede de telefonia móvel e providenciando diversos serviços às zonas rurais.

Por: Fernando Raposo

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Complexo de Marromeu: Devastação e conflito

MILHARES de animais, nomeadamente búfalos, elefantes, pivas/inhacosos, gondongas/vacas do mato, chango, facoceros, zebras, porcos do mato, hipopótamos, pala-palas, crocodilos e diferentes espécies de cabritos do mato vivem hoje o medo permanente dentro do Complexo de Marromeu, sobretudo na Reserva a eles destinado.

Tudo isso porque o homem, não só destrói o ecossistema como, também, invade vastas áreas construindo suas habitações e produzindo comida para o seu sustento. E mais: pratica a caça furtiva o que coloca ainda mais os animais em perigo permanente.

Face a esta situação, actualmente o conflito homem/fauna bravia é evidente tendo já resultado em morte de 22 pessoas o ano passado e outras 12 no decurso deste ano. A devastação, essa, continua a destruir o habitat dos animais com capim, árvores e outros recursos a constituírem alvo dos habitantes tanto das zonas limítrofes do Complexo como os que vivem no seu interior.

A Reserva Especial de Marromeu foi criada através do Diploma Legislativo nº 1982 de 08 de Junho de 1960, com a finalidade de proteger a maior população de búfalos a nível do mundo. Ocupa uma área de 1500 quilómetros quadrados, localizando-se na província de Sofala concretamente no Distrito de Marromeu sendo limitada a Norte, pela Coutada Oficial nº 14; Sul, pelo Oceano Indico; Oeste, pela Coutada Oficial nº 10 e 11 e Leste, pelo rio Zambeze. Ocupa a parte mais baixa e pantanosa e é circundada pelas coutadas oficiais nº 10, 11, 12 e 14, dai que a região é habitualmente designada por Complexo de Marromeu. A reserva funciona como uma área de reprodução das espécies que sazonalmente imigram para as coutadas situadas nas terras mais altas do complexo de Marromeu.

Com um potencial faunístico muito vasto, o Complexo de Marromeu possui diversos mosaicos de comunidades vegetais que incluem floresta baixa com lagos, matas de miombo, graminal húmido e floresta pantanosa, ribeirinha, savana e mata de acácia, savana de palmeiras, graminal inundado permanentemente, ou sazonalmente, pântanos de papyrus e caniço, lagoas, floresta de mangais (a mais extensa de Moçambique), mata de dunas e praias.

Estas Comunidades vegetais sustentam, uma fauna diversificada e abundante, incluindo búfalos, elefantes, inhacosos, gondongas, pala-palas, hipopótamos, changos e outras espécies.

O Complexo de Marromeu suporta as maiores concentrações de aves aquáticas em Moçambique, e algumas espécies são migratórias como é o caso de flamingos.

Também é habitat para 120 pares reprodutivos de grou-carunculado, e ainda fornece um refúgio crítico para mais de 30 porcento da sua população global durante o período da seca extrema na África Austral. Mangais e estuários extensos sustentam a pesca do camarão, na região conhecida por banco de Sofala.

O Complexo de Marromeu, devido ao seu rico potencial, o Governo de Moçambique deu um passo possessivo em proclamar ou declara-lo através da Resolução nr.45/2003 de 5 de Novembro, que é a parte do Delta do Zambeze como a primeira Terra Húmida em Moçambique mediante a inscrição na Convenção de Ramsar, o acordo internacional sobre a importância e o uso sustentável das terras húmidas no Mundo.

• António Janeiro

Foto: Fernando Raposo

Complexo de Marromeu: Recursos faunísticos e florestais

Maputo: Notícias
Neste domínio, segundo o administrador daquela estância turística, Atanásio Jujumen a monitoria das zonas de pescas, censo faunístico, mortalidade das espécies faunísticas, monitoria da vegetação, conflito homem e a fauna bravia e a caça furtiva.

No tocante ao maneio das zonas de pescas, já foram identificadas várias áreas no interior assim como ao longo da costa como são os casos de Mapuni, Rampa, Mupa Ngonde, Nhandoó, Daudo, Masungu e ao longo do rio Céu até Mapuni no sentido de consciencializar as comunidades locais para efectuar a pesca regrada.

E, por coincidência, são zonas potencialmente ricas em recursos pesqueiros, nomeadamente camarão, lagostas, caranguejo e peixe de várias espécies. Esta área faz parte da zona conhecida por Banco de Sofala.

Entretanto, o último censo faunístico que se realizou no Complexo de Marromeu foi entre Novembro de 2008 a Maio de 2009. Dada a sua diversidade florística, a região da reserva possui excelentes habitats para a maior parte das espécies das pradarias e savanas. É neste contexto que a composição faunística integra as espécies tais como búfalos (Syncerus caffer), elefantes (Loxodonda africana) pivas/inhacosos (Kobus ellipsiprymnus) gondongas/vacas do mato (Sigmoceros lichtensteinii changos (Redunca arundinum), facoceros (Phacochoerus aethiopicus), zebras (Equus burchellii), porcos do mato hipopótamos (Hippopotamus amphibius), pala-palas (Hippotragus niger), crocodilos (Crocodylus niloticus) e diferentes espécies de cabritos do mato.

‘’São raros casos em que se registam mortes naturais das espécies faunísticas, mas no ano 2011 foram registados três casos de mortes de búfalos no interior da reserva Especial e que não foram identificadas as causas dessas mortes’’- disse o administrador do Complexo de Marromeu.

• António Janeiro

Complexo de Marromeu: Devastação e caça furtiva

Maputo: Notícias
Na Reserva Especial assim como em todo o complexo de Marromeu se observam algumas degradações da vegetação devido ao corte desregrado de madeira, o fabrico de carvão, corte de estacas, barrotes, queimadas descontroladas, extracção do mel, abertura de campos de cultivo, abertura de áreas para habitação e outras motivações.

A vegetação da reserva, na região do Delta do rio Zambeze, é predominantemente de espécies endémicas de palmeiras dos géneros Borassus (palmeira alta), Borassus aethiopum, localmente, conhecida como "midicua", muito utilizada para barrotes na construção de casas; e Hyphaene (palmeira baixa), Hyphaene coriacea e Phoenix reclinata, conhecidas localmente, como "micheu" donde se extrai a sura (bebida tradicional), muito consumida pelos habitantes do Delta e são as maiores vítimas da destruição pelas comunidades locais.

As espécies de plantas mais exploradas na Reserva de Marromeu são, designadamente palmeira alta e baixa (usadas para o fabrico de canoas e bebidas), capim (para cobertura de casas), chanfuta, mutondo, metil (também conhecida por njale), mondzo e mabungue.

No entanto, o conflito é mais notório nas zonas altas do Complexo de Marromeu bem assim como ao longo do rio Zambeze e outras áreas de conservação. A título de exemplo, em 2011 foram registados 22 casos de conflito que resultaram em igual número de óbitos, enquanto no primeiro semestre de 2012 registaram-se 12 casos. Os animais tidos como mais problemáticos foram hipopótamos, crocodilos, búfalos e elefantes.

Entretanto, graças a colaboração existente entre as comunidades locais, líderes tradicionais e estruturas administrativas, tem sido possível a neutralização dos infractores que usam diferentes e sofisticadas estratégias na realização das suas actividades, tendo vários casos sido já registados, fundamentalmente porque em quase todas as áreas de conservação no Complexo de Marromeu residem as comunidades humanas, tanto como na sua periferia e também por estarem perto dos centros urbanos. A neutralização dos infractores somente se observa nos locais de venda ou a caminho do mercado, o que quer dizer que os infractores encontram o seu refúgio em alguns membros das comunidades que residem dentro ou na periferia dessas áreas de conservação, segundo explicou Jujumen.

As áreas mais atingidas pela caça furtiva e outras actividades ilegais são, designadamente as zonas altas do Complexo de Marromeu e todo o planalto de Cheringoma, enquanto as espécies da fauna tidas como vitimas são facoceros, nyalas, imbabalas, suni, mangul, cudos e outros antílopes.

• António Janeiro

Complexo de Marromeu: Gestão de recursos naturais

Maputo:: Notícias
O administrador daquela estância turística afirmou ainda que face as grandes pressões que os recursos naturais estão sujeitos, a Reserva Especial de Marromeu tem potenciado os seus esforços também na educação das comunidades locais no sentido de diminuir os índices da caça furtiva, queimadas descontroladas, corte ilegal das arvores, exploração ilegal das areias, saibro, papyrus, pescado e outras actividades ilegais, através de criação de mais novos comités de gestão, mesmo na consciencialização das comunidades no sentido de promover o desenvolvimento sustentável e na preservação de todas formas de legalidade perante aos recursos naturais.

Assim, no âmbito da implementação do Diploma Ministerial Conjunto n.º. 93/2005, de 4 de Maio, subscrito pelos Ministros de Turismo, Agricultura e de Plano e Finanças, mediante a Lei n.º 10/99, de 7 de Julho, que estabelece como benefícios às comunidades locais, vinte por cento de qualquer taxa de exploração florestal e faunística através do decreto 12/2002 de 6 de Junho, já foram criados 12 comités de gestão e dos quais oito já começaram a usufruir dos referidos 20 de exploração dos recursos naturais.

A Reserva Especial de Marromeu fez a entrega oficial através do governo do Distrito de Marromeu do fundo desembolsado pelo Ministério do Turismo no total de 1.274.868,58 (um milhão, duzentos setenta e quatro mil e oitocentos sessenta oito meticais e cinquenta oito centavos) para as comunidades residentes dentro ou na periferia das áreas de conservação para fins do turismo naquele distrito, nomeadamente em Safrique, Macuere, Miguguni, Salone Hermoque, Ngazi, Nhoucaca, Nhapitundu e a comunidade de Cine, desde que o processo começou em 2007.

A Reserva de Marromeu tem cooperado com os seus tradicionais parceiros como são os casos de IUCN, WWF, AWF, EWT, instituições académicas, nomeadamente UEM, UP, UCM, IAC, SAWC, CAWMM, UZ, NUL, Universidade de Natal, Universidade de Califórnia e outras instituições do estado como, por exemplo, MICOA, MINAG, MDN, MINT, Pescas, ME, MC e Governo Provincial de Sofala mediante a partilha de informação, capacitação técnica, pesquisa, cooperação no domínio de treinamento de recursos humanos, na troca de experiências e no apoio moral.

• António Janeiro

Complexo de Marromeu: Acesso dificulta turismo

Maputo:: Notícias
A Reserva Especial de Marromeu tem um cenário natural muito invejável que atrai todo e qualquer admirador da natureza. Observa-se com maior frequência a presença dos estudantes, investigadores ou pesquisadores dos recursos naturais, mas por ser uma zona de difícil acesso, são poucos os visitantes que a Reserva tem recebido. Assim, as autoridades da reserva abriram oficialmente no primeiro semestre do ano 2012 para atender os visitantes de pequena escala. A Reserva detêm boas áreas para o campismo, boas praias e boas paisagens naturais para desfrutar ou delirar como é o caso de Mapuni, Mecanchenga, Luwawe, Milambi, Mupa, Daudo, Nhandoó e Miraloni. Dispõe de equipamentos de campismo para alugar aos turistas ou visitantes que não trazem tendas.

O Complexo de Marromeu, composto pela Reserva Especial de Marromeu, as Coutadas Oficiais Nº 10, 11, 12 e 14, constitui um dos ecossistemas mais rico em biodiversidade na região da África Austral razão pela qual o Governo de Moçambique declarou o local como parte do Delta do Zambeze, Terra Húmida de Importância Internacional em Moçambique mediante a inscrição na Convenção de RAMSAR. A convenção de RAMSAR é um dos acordos mundiais proeminentes para a protecção, conservação e uso sustentável das terras húmidas.

A adesão da República de Moçambique à convenção de RAMSAR foi através da Resolução nº 45/2003, de 05 de Novembro, aprovada pelo Conselho de Ministros e publicada no Boletim da República, I Série nº 45.

• António Janeiro

Complexo de Marromeu: Recursos limitados

Maputo:: Notícias
O administrador da Reserva de Marromeu, Atanásio Jujumen, disse que aquela área de conservação do Estado possui limitação de recursos financeiros, materiais e humanos para o funcionamento pleno da reserva, para além da caça furtiva, queimadas descontroladas, pesca ilegal e outras actividades ilegais. As vias de acesso também são muito problemáticas, principalmente na época chuvosa, devidas as características da própria área.

"Também temos o problema sobre a clarificação dos limites no terreno entre a reserva e as coutadas oficiais entre si"-disse aquele responsável.

Para fazer face a esta situação, a direcção da Reserva de Marromeu perspectiva criar limites notórias entre a Reserva e as Coutadas entre si, e outras formas do uso da terra, construção das casas nos postos fixos de Mapuni, Milambi, Luwawe Mecanchenga e Ngonde, finalização da construção da casa dos hóspedes, construção da residência do administrador, aquisição de meios circulantes (quatro motorizadas e cinco bicicletas), elaboração do plano de maneio da reserva, continuação da abertura das contas bancárias dos comités de gestão, censo faunístico, criação da estatística turística e a respectiva cobrança das entradas na reserva.

• António Janeiro

domingo, 17 de março de 2013

Público de Marromeu viveu momentos de muita animação e festa

 Desta vez foram dois dias de jeito que o público de Marromeu viveu momentos de muita animação e festa. Canto de actividades diversificadas (musica, desfile e mais) coloriu as ruas e o palco municipal de Marromeu na semana finda. O evento foi alusivo a terceira edição de carnaval 2013 onde o publico mais uma vez aderiu em massa para testemunhar, apoiando os concorrentes, convidados e organizadores do evento. De referir que a data de realização do carnaval em Marromeu foi adiada por várias vezes devido as fortes chuvas que se faziam sentir nesta região.



 
Kanimambo aos organizadores e promotores dos eventos culturais 
Fotos: Palmeirim Chongo

sábado, 16 de março de 2013

terça-feira, 12 de março de 2013

quinta-feira, 7 de março de 2013

Acesso rodoviário a Marromeu critico devido à chuva continua

Percorrer 100 km de desvio do distrito de caia na estrada nacional numero um (N1) para Marromeu é autentico martírio, devido a degradação da via de acesso em consequência das chuvas que tem vindo a cair. 100km antes era percorrida em duas horas, tempo que tem sido normal quando a via estiver em condições hoje percorre-se em quatro ou 5 horas e, automóveis sem tracção em 4 rodas ficam entalados ao longo da via. A estrada garante a circulação de pessoas e escoamento de produtos exemplo: açúcar fabricado pela Companhia de Sena, mercadorias etc. com essa, achamos que uma intervenção urgente é necessária.

Preço galopante de chapa entre Marromeu a Caia

Neste momento o preço de transporte publico vulgo chapa entre Marromeu a Caia custa 250 meticais uma distancia de 100km, não sabemos de certo se o valor estipulado é reconhecido com as autoridades competentes ou não e neste momento não podemos questionar aos transportadores sobre a subida do preço porque está nos olhos de cada passageiro o estado avançado da degradação da via. Nós (população) pedimos ao governo para não nos deixar de fora porque neste momento vivemos uma respiração funda com o preço proibitivo de chapa Marromeu-Caia.

Sem mais esperamos pelos dias melhores.
Por: Fernando Raposo

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A população de Marromeu engrossa a lista dos desinformados

Numa altura em que o sinal da TVM pode ser captado não só em Moçambique mas sim quase em toda parte de África se bem me recordo, Marromeu vive sem sinal da televisão pública nacional (TVM) a mais de 3 anos. E esse tratamento que sei lá (a quem de direito) esta a dar a Marromeu apesar de não ter reservas de nível mundial de carvão ou gás natural não tem justificação plausível porque por exemplo Chinde e Caia tem o luxuoso sinal.

Por vezes, a avaria num produto pode originar outros problemas: a população ficou sem saber ou ver sobre o que se passa pelo resto do mundo engrossando na lista de tantos desinformados que deambulam por Moçambique, os equipamentos (televisores) adquiridos com muitos sacrifícios poderão não voltar a funcionar depois de muitos anos parados. Se bem que marromeu voltará a ter sinal…

A julgar pelo teor das conversas e blablas, esquecimento ou desleixo será mesmo a melhor forma de descrever o actual estado da falta de sinal da TV. E, perante o desânimo nem a visita dos homens da ICS recente terá sossegado a ansiedade dos que esperam por melhores dias.

Tudo isso permitiria concluir que a quem de direito não esta a fazer efetivos esforços para cumprir seu papel constitucional de garantir o acesso aos serviços públicos (acesso a informação por meio de sinal da televisão) erradicando a pobreza e o desenvolvendo dos moçambicanos.

Fernando Raposo
Foto: aqui

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Descarga atmosférica mata três crianças em Marromeu

Três crianças, todas s estavam no mesmo local tentando atravessar a rua algures no Biarro 1 de Maio em Marromeu, morreram em plena rua, vítimas de descarga atmosférica, em consequência das chuvas e trovoadas acompanhadas de ventos fortes que afectaram o distrito de Marromeu na tarde de hoje, deixando também um rasto de destruições que afectaram famílias a nível do município.

Por: Fernando Raposo

CARNAVAL DA CIA DE SENA 2013



Fevereiro é o mes de festa, alegria... é tempo de sair de casa e cair na folia.

Venha participar no CARNAVAL DA CIA DE SENA que será realizado no dia 09/02/2013 as 17:30

LOCAL: Piscina de Marromeu

Haja Solidariedade

Prezados Colegas na Companhia de Sena, amigos e mais 

Algumas regiões do país estão sendo assoladas por inundações causadas por chuvas intensas e o transbordar de alguns rios. Esta situação está causando algumas mortes e milhares de pessoas desalojadas a maioria das quais perderam tudo e até ficaram se abrigo, necessitando de uma ajuda para minorar o seu sofrimento.

Viemos por este meio apelar a todos os trabalhadores da Companhia de Sena e seus familiares a sermos solidários com aqueles que mais precisam da nossa ajuda neste momento. Por mais pequena que ela seja, sempre faz a Diferença.

Estaremos colocando caixas onde poderemos depositar os nossos donativos que devem ser de produtos alimentícios não pereciveis (que não apodrecem) tais como arroz, feijão, massas, bolachas e outros bem como roupa nova ou usada (mas limpa e com mínimas condições).

Os que pretenderem oferecer Dinheiro poderão entregar ao Senhor Haridass na Contabilidade e Depois usaremos esse dinheiro para comprar produtos.

Até ao dia 15 de Fevereiro procederemos a entrega desses produtos, em nome dos trabalhadores da Companhia de Sena, à Administração do Distrito que fará o devido encaminhamento, segundo os canais apropriados, às vítimas das cheias.

As caixas encontram-se nos seguintes locais:

1. Edifício da Administração da Companhia
2. Entrada da Fábrica
3. Food Store
4. Garagem
5. Agricultura
6. Segurança
7. Papa Joe's
8. Sena grog.

No food Store e Talho serão colocados uns meialheiros(caixinhas) onde poderemos colocar alguns trocados.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

domingo, 20 de janeiro de 2013

Rio Zambezi ameaça isolar Marromeu


O aumento do caudal do rio Zambeze que se regista nos últimos dias ameaça isolar o distrito de Marromeu, em Sofala.

O administrador de Marromeu, Simões Zalambeza, citado pelo jornal “Diário de Moçambique”, afirma que, depois de ultrapassar o nível de alerta (4.75 metros), o rio Zambeze naquele distrito está nos últimos dias a aumentar de caudal, ameaçando cortar a estrada principal que dá acesso á vila-sede, situação que pode concorrer para o isolamento, a qualquer momento, daquela região da província de Sofala.

Zalambeza revelou ainda que até às primeiras horas da manhã de ontem o caudal do rio Zambeze situava-se em 5.66 metros, depois de anteontem ter estado nos 5.30 metros, contra os 4.75 do seu nível de alerta.

Explicou que as águas do Zambeze podem a qualquer momento interromper a circulação na estrada principal que dá acesso à vila-sede distrital, a partir da zona de Nhansawa, que fica próxima do município de Marromeu.

“Ainda não temos cortes na estrada até ao preciso momento, mas nos próximos momentos isso poder acontecer, porque neste ritmo as águas do rio Zambeze podem galgar a estrada e cortar a comunicação a partir da zona de Nhansawa. Estamos com o coração nas mãos, porque o rio está a transbordar velozmente” – disse Simões Zalambeza.

Por outro lado, a fonte afirmou que as autoridades estão a monitorar permanentemente o nível das águas no distrito, principalmente na ilha de Phewe, onde existem ainda pessoas que teimam em manter-se nesta zona, considerada de elevado risco.

“Mandamos ontem um barco com pessoal para a ilha para monitorar a situação e agiremos consoante o relatório que será apresentado pelos nossos enviados, mas estamos a ponderar a possibilidade de retirar as pessoas compulsivamente” – disse Simões Zalambeza.
                                                                                                       
Fonte:
Rio Zambeze ameaça isolar distrito de Marromeu (Sofala) | Notícias Moz Online http://www.noticias.mozmaniacos.com/2013/01/rio-zambeze-ameaca-isolar-distrito-de.html#ixzz2IXHzBFZD

Foto: Fernando Raposo

domingo, 13 de janeiro de 2013

Estrada que liga Marromeu a Malingapassi interrompida


Devido às chuvas que têm vindo a cair nos últimos dias um pouco por toda a província de Sofala, a estrada que liga a vila sede do distrito de Marromeu ao posto administrativo de Malingapassi encontra-se interrompida ao tráfego rodoviário, afectando mais de cinco mil habitantes.
De acordo com o administrador do distrito de Marromeu, Simões Zalembessa, o acesso de e para aquele ponto está a ser feito apenas a pé, mas mesmo assim com muitas dificuldades.

A fonte referiu que o distrito registou uma precipitação acumulada de mais de 300 milímetros. ”Isto fez com que a via de acesso a Malingapassi ficasse interrompida, afectando a movimentação de mais de cinco mil habitantes. A circulação daquela região para a vila de Marromeu apenas pode ser feita a pé, mas ainda assim com muitas dificuldades”, referiu.
Disse também a via que liga a antiga Lacerdónia ao distrito de Caia está em risco de tornar-se intransitável, por se encontrar na zona baixa.

Questionado sobre se o excesso de precipitação está ou não a afectar as culturas agrícolas, a nossa fonte respondeu negativamente, salientando que, pelo contrário, prevê-se uma excelente campanha agrícola.
“Ainda não registamos nenhuma ameaça das culturas agrícolas devido às chuvas” – assegurou Zalembessa.
“Estamos neste momento a usar a rádio comunitária de Marromeu, os líderes comunitários e o Comité Local de Gestão de Calamidades Naturais para alertar as pessoas sobre o comportamento do rio Zambeze” – disse.

Para além do distrito de Marromeu, em Sofala, a região de Chinamacondo, no distrito do Dondo, também está isolada da vila sede distrital devido ao aumento do caudal do rio Savane.
Em outras regiões da província de Sofala a situação não é tida como alarmante.

Entretanto, uma nota do Centro Operativo de Emergência (COE) na delegação do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) em Sofala, recebida na nossa Redacção, refere que a Administração Regional de Água (ARA-Centro) registou ontem uma ligeira subida dos caudais nas estações de Caia (4.75 metros), Marromeu (4.69 metros) e Dondo, mais concretamente na estação de Mafambisse (5.22 metros).

Perante a situação, de acordo com a mesma nota, o COE recomenda às populações que vivem nas ilhas para se retirarem para as zonas seguras e manterem-se atentas ao comportamento dos rios e cursos de água

Fonte: Diamoz ; Foto: Baptista José