terça-feira, 27 de agosto de 2013
Autárquica 2013 conheça os candidatos a presidência do município de Marromeu
João Germano Agostinho, candidato de Marromeu partido MDM-Movimento Democrático de Moçambique, foi presidente do Município de Marromeu de 2003 a 2008 como candidato da Renamo.
A democracia é um sistema de escolhas e de liberdade. Isso implica responsabilidade. Assim, estas eleições vão ser, acima de tudo, um bom barómetro do estádio de maturidade dos munícipes de Marromeu.
Em Novembro vamos todos votar…
Imagem a esquerda João Germano e a direita Palmeirim Rubino
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Marromeu, urbanização e saneamento
A questão da urbanização ainda é um desafio para o município, uma vez que este ainda não dispõe de um plano de estrutura. O grande calcanhar de Aquiles é o desordenamento territorial que grassa por todas as zonas residenciais. A edilidade reconhece o problema, e o argumento que apresenta é ter herdado essa situação. Porém, neste momento, existe um programa com vista à requalificação dos bairros mais críticos como, por exemplo, 1° de Maio e Kenneth Kaunda.
O município de Marromeu ocupa uma área de 144km² e é constituído por sete bairros. De referir que os bairros periféricos são os exemplos mais bem acabados de lugares quase irrespiráveis, onde não foi respeitado nenhum plano de urbanização. Todos os dias, surgem habitações precárias de forma desorganizada. Quase todos se debatem com problemas de diversa ordem, desde o acesso limitado a água, passando pela precariedade das vias públicas até às construções desordenadas.
À entrada da vila, um problema comum salta à vista. Um pouco por todos os cantos da autarquia pode-se deparar um dos principais fenómenos que assola quase todos os municípios do país: o lixo nas ruas, facto que coloca a nu a ineficiência das autoridades municipais. No entanto, o Conselho Municipal da vila de Marromeu garante que criou um comité de limpeza, além de possuir meios para a remoção de resíduos sólidos a nível da autarquia na via pública.
A edilidade tem dois tractores e, neste momento, está a trabalhar com uma organização não- governamental para acabar com o problema do lixo a nível da autarquia. Além disso, está a negociar com a Companhia de Sena para a construção de uma lixeira comum de modo a beneficiar tanto aquela unidade industrial, assim como o município.
Escrito por Hélder Xavier
Marromeu, “Literalmente” na lama
Marromeu procura consolidar-se como uma autarquia, não obstante ter sido elevada à categoria de município há mais de 15 anos. Porém, apesar de inúmeros problemas relacionados com o desemprego, vias públicas lamacentas e bairros desordenados, ela tem uma ambição: quer tornar-se uma cidade. As chuvas que, esporadicamente, caem naquela circunscrição colocam a olho nu a ineficiência das autoridades municipais de uma vila cuja economia depende praticamente da cultura de cana-de-açúcar.
Localizada na margem sul do rio Zambeze, concretamente na província central de Sofala, a vila municipal de Marromeu é pacata, apresentando problemas de diversa natureza que lhe conferem, por assim dizer, características de um velarejo abandonado à sua própria sorte. Mas, por alguma razão, é um município. O desemprego e a falta de unidades sanitárias são algumas das maiores questões enfrentadas pelos munícipes.
O desemprego continua a ser a principal dor de cabeça, colocando, sobretudo, os jovens numa situação dramática. Na verdade, em Marromeu, não há oportunidades de emprego. A solução tem sido o auto-emprego ou esperar-se por uma vaga na Companhia de Sena que já emprega pouco mais de sete mil pessoas.
A economia do município é impulsionada pela cultura de cana-de-açúcar, e também pelo comércio informal, onde diversas actividades comerciais sobressaem aos olhos dos transeuntes de forma tímida. Apesar disso, segundo a edilidade, a contribuição fiscal dos munícipes é insuficiente para custear as despesas da autarquia.
Marromeu tem uma população estimada em cerca de 40 mil habitantes maioritariamente camponeses. Diga-se, em abono da verdade, sem menosprezar o acesso a água e a cuidados básicos de saúde, a precariedade das vias de acesso é a principal inquietação dos habitantes daquela circunscrição. Recentemente, as autoridades municipais avançaram com a pavimentação de um troço de dois quilómetros e 100 metros a nível da autarquia. No entanto, quando chove, as estradas tornam-se praticamente intransitáveis, ou seja, o pavé dá lugar à lama. Na verdade, Marromeu vive num dilema: na época chuvosa, as vias ficam lamacentas e quando faz muito sol são invadidas por poeiras.
Mas a falta de asfaltagem da estrada que liga Marromeu a outros pontos do país, num percurso de pouco mais de 300 quilómetros, pode-se dizer que é a principal razão do retardamento do progresso da autarquia em particular, e do distrito em geral.
Escrito por Hélder Xavier
sábado, 27 de julho de 2013
Violencia policial em Marromeu
Em Marromeu reina um
clima de medo e intranquilidade com a presença de um grupo de policias
da Republica de Moçambique atuando os cidadãos de forma arbitraria exigindo
cartão de eleitor ou BI para quem está a circular na zona municipal. Muitos
munícipes foram espancados repito espancados e violentados na tarde/noite do dia 24 e 25 alegadamente por não trazer consigo cartão de eleitor ou BI e o mesmo
caso vive-se ainda hoje. Por aqui a população não tem hábito de andar com
documento e que mereciam um aviso seja via rádio, televisão ou qualquer outro
tipo de meio antes de atacarem os inocentes.
Entendo, segurança pública como apenas a presença do
policial nas ruas. O resultado todos sabem: agressões contra pobres, inocentes
crianças e adolescentes, etc, etc.
Em nome da população: reivindicamos uma Segurança Pública
preventiva e um policiamento comunitário, que vise realmente defender e
proteger o cidadão, e não amedronta-lo e bani-lo das ruas pelo medo e
repressão policial.
Não pretendo em nenhum
momento desmerecer a importância do trabalho da polícia mas abusar a autoridade
para extorquir, torturar, chantagear, humilhar e criar intranquilidade,
acredito que a população de Marromeu não merece isso.
Fernando Raposo
segunda-feira, 15 de julho de 2013
A arte dos pescadores do rio Zambeze
A arte dos pescadores do rio Zambeze em especial Marromeu resulta de sua criatividade, de seu sentimento de liberdade e resistência, pois a pesca artesanal sempre se caracterizou, para seus profissionais, como uma não subordinação à sociedade de consumo, que faz com que seu trabalho e seu modo de vida (para eles livres) permitisse o surgimento de uma arte (a arte da pesca) repleta de códigos próprios.
Esse sentimento ganha consistência nas características da atividade pesqueira, que é exercida em um ambiente livre e fora da terra muita das vezes no período noturno. Nesse espaço aquático, o pescador toma decisões independentes de quaisquer pressões externas definidas a priori, pois a peculiaridade do seu principal meio de produção (o rio) coloca constantes imprevisibilidades e riscos (inclusive de perder a vida).
Por Fernando Raposo
sábado, 6 de julho de 2013
Cidadao de nome Uarivano reporta no seu facebook
Viajando tranquilamento de comboio pra Marromeu. A unica coisa k incomoda e preocupa aki dentro do comboio, sao militares carregando armas bem grandes k vao dum lado pra o outro minuto após minuto. Isso dà impressao de k nao tamos em PAZ!...
Adenda: Comboio de passageiros partiu da Beira a Marromeu 6h.
Adenda: Comboio de passageiros partiu da Beira a Marromeu 6h.
Parabéns Acácio Miranda e Graça Tembo pelo vosso casamento
Estamos felizs, por conhecer de pertoo amor que une vocês.
Sabemos que essa união já nasceuabençoada, sempre teve tudo para ser perfeita, e não temosdúvidas que muitos anos virão pela frente, porque afinal, nos corações de vocês, existem muito amor, existem sonhos, existe vida a dois.
Estamos felizes porque vocês se uniram, vão viver uma linda
história, irão provar ao mundo que nasceram um para o outro.
Parabéns Acácio Miranda e Graça Tembo pelo casamento, sejam felizes, e continuem acreditando nesse amor, nessa união, nesse
respeito que sempre tiveram um pelo outro.
Daqui continuaremos torcendo para que
Deus possa abençoá-los cada dia mais.
Que
assistem a vossa alegria.
Sejam muito felizes.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
LINHA DE SENA - Comboio de passageiros movimenta-se escoltado
O TRANSPORTE de passageiros ao longo da linha de Sena, através do comboio semanal ascendente e descendente entre as estações ferroviárias da Beira e Marromeu e Beira e Moatize, passou a ser feita a partir deste sábado, com uma escolta das forças da Defesa e Segurança.
Maputo, Quinta-Feira, 4 de Julho de 2013:: Notícias
A medida visa garantir a ordem e tranquilidade públicas contra eventuais oportunistas da actual situação política que se vive particularmente na província de Sofala.
O facto surge como acção preventiva no derramamento de mais sangue em resposta ao pedido feito neste sentido pelo governador de Tete, Ratxide Gogo, que tinha sugerido aos CFM - Centro a paralisação do comboio de passageiros entre a cidade portuária da Beira e a vila carbonífera de Moatize, num raio de 575km, em face dos últimos acontecimentos que provocaram luto, mutilações e destruição de viaturas.
Numa primeira fase, a circulação do comboio de passageiros entre Beira e Moatize alterou-se do período nocturno para diurno, enquanto as locomotivas envolvidas no escoamento de mercadorias diversas foram instadas a abrandar as marchas, tendo reduzido o tráfego.
Consequentemente, a companhia australiana Rio Tinto interrompeu unilateralmente o escoamento do carvão mineral de Moatize a Beira, enquanto a brasileira Vale decidiu reduzir o tráfego ferroviário ao longo da linha de Sena, o que pode afectar o cumprimento das metas globais de exportação deste minério previstas este ano, na ordem de seis milhões de toneladas.
Tudo isto acontece depois de a Renamo ter anunciado, em Maputo, no dia 19 de Junho passado que dia seguinte iria bloquear o troço Muxúnguè- rio Save e paralisar comboios na linha de Sena, supostamente por ocorrer reforço militar para assassinar o dirigente deste partido que se encontra nas matas de Gorongosa desde o dia 15 de Outubro do ano passado.
Estas ameaças foram efectivamente concretizadas naquele perímetro da Estrada Nacional Número Um, nos dias 21 e 24 do mesmo mês, com ataques de viaturas que resultaram na morte de dois civis, quatro feridos e destruição de três veículos automóveis.
A circulação de pessoas e bens no troço rio Save - Muxúnguè, na província de Sofala, continua a ser feita, também, com auxílio de uma escolta militar, que garante a segurança necessária aos transeuntes.
• Horácio João
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Transporte de passageiros suspenso em comboios do centro de Moçambique devido à insegurança
A empresa Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) anunciou hoje a suspensão da circulação de comboios de passageiros na província de Tete, centro de Moçambique, devido à insegurança que se vive na região.
Três pessoas morreram e seis ficaram feridas, na sequência de ataques perpetrados na última sexta-feira por alegados homens armados da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), o principal partido da oposição.
Os ataques seguiram-se à declaração do partido de que iria impedir a circulação rodoviária e ferroviária no centro do país para travar um alegado reforço do exército e da polícia na antiga base central do movimento, onde vive atualmente o presidente desta força política, Afonso Dhlakama.
Em declarações à Lusa em Maputo, o representante dos CFM na província de Tete, Nelson Semente, disse que a empresa parou o transporte de passageiros devido à insegurança na região.
"Apesar de não ter havido ainda nenhum ataque aos comboios, esta medida visa evitar que aconteçam casos similares aos das viaturas atacadas e perda de vidas humanas", frisou o representante dos CFM.
A circulação rodoviária na estrada que liga as três regiões do país é feita com escolta de equipas mistas da polícia e do exército no centro de Moçambique, devido à instabilidade que se verifica na zona.
DEYM // VM
LUSA – 24.06.2013
Foto: Fernando Raposo
segunda-feira, 24 de junho de 2013
PETIÇÃO A FAVOR DA PAZ (Não contra quem quer que seja)
É esta petição dirigida aos Presidentes da República de Moçambique Armando Emílio Guebuza e do Partido RENAMO, Afonso Dlakhama para que de imediato e sem pré-condições se encontrem, discutam o que têm a discutir e, de uma vez por todas, sem vencidos ou vencedores, seja o POVO MOÇAMBICANO a ganhar. A ganhar uma PAZ definitiva que o AGP parece ainda não ter trazido.
Sendo já milhares os que em Moçambique têm internet, vamos passar esta petição para que todos a assinemos, independentemente do partido a que pertençamos, e assim sejam os seus corações tocados a bem de Moçambique e dos moçambicanos.
Será este o pequeno contributo do MOÇAMBIQUE PARA TODOS a FAVOR DA PAZ.
Que assim seja entendido!
Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE
Assine em http://www.peticao24.com/peticao_a_favor_da_paz#form
Divulgue a todos os seus contactos e amigos
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Tambores (ngoma) de percussão em Marromeu
O material e geralmente usada a Madeira, onde o corpo de rossonancia é cavado em diferentes formas num tronco de madeira fechado ou aberto do lado do chão ou do lado da boca, a qual é coberta com uma pele de animal (ainda em estado húmida) esticada e a volta do corpo de madeira. Exemplo nas imagens é um tipo de tambor uni-membranofonica, isso significa que o tambor é aberto num extremo. Nesses tambores a pele é pregada com pregos de madeira (pinos), espinhos ou cavilhas abotoado sobre cavilhas.
A posição do tambor é presa entre duas pernas mas também pode estar posto no chão, encostado num tronco etc. dependendo do tamanho.
Com o tempo a pele esticada perde a sua tensão inicial, baixando portanto o som. Com isso, os tambores são afinados antes de serem utilizadas ou mesmo são afinados nos intervalos da execução durante o uso. Se não houver meios de retesar esticando as correias de tensão etc. então aquecem-na de vez enquanto numa fogueira como podem ver na imagem abaixo bastando ampliar. Em Marromeu a fogueira nunca falta no grupo dos tocadores por ser a forma mais fácil e rápida de afinar o tambor.
Voltamos com mais instrumentos musicais de Marromeu
Obrigado umbHalane pelo envio do livro INSTRUMENTOS MUSICAIS DE MOÇAMBIQUE-Morgat Dias
Fotos: Fernando Raposo
quinta-feira, 30 de maio de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Universidade Católica de Mocambique (UCM) pretende abrir um centro de Ensino a distância em Marromeu
A partir de 2014 Marromeu vai contar com um centro de ensino a distância da universidade Católica de Moçambique como resultado de um desejo conjunto da Igreja Católica, dos Governos provinciais e de diversos quadros influentes das comunidades locais de verem mitigada a escassez de instituição do ensino superior em Marromeu.
Acreditamos que o ensino a distância é, portanto, uma importante modalidade de ensino e de disseminação do conhecimento, com o ensino pode se transformar uma ferramenta imprescindível em relação a acessibilidade à educação em Marromeu, sobretudo na zona norte de Sofala e alguns distritos vizinhos da província da Zambezia e por meio das suas metodologias formar com qualidade quadros profissionais que com o seu saber vão dar um grande contributo para o desenvolvimento do país.
Na perspectiva de muinta anciedade comum, que venha a UCM para fazer deste belo sonho uma realidade, desejamos calorosamente as boas-vindas.
Por: Fernando Raposo
terça-feira, 21 de maio de 2013
Vodacom leva tecnologia 3G a Marromeu
A Vodacom-uma empresa de telefonia móvel desponibilizou a tecnologia 3G para os seus clientes de Marromeu. O sinal foi exaustivamente testado e liberado para o público na última semana.
Algumas caracteristicas da Tecnologia 3G:
O padrão 3G é a terceira geração de padrões e tecnologias de telefonia móvel, substituindo o 2G. É baseado na família de normas da União Internacional de Telecomunicações (UIT),1 no âmbito do Programa Internacional de Telecomunicações Móveis (IMT-2000)
As tecnologias 3G permitem às operadoras da rede oferecerem a seus usuários uma ampla gama dos mais avançados serviços, já que possuem uma capacidade de rede maior por causa de uma melhora na eficiência espectral. Entre os serviços, há a telefonia por voz e a transmissão de dados a longas distâncias, tudo em um ambiente móvel. Normalmente, são fornecidos serviços com taxas de 5 a 10 megabits por segundo.
Ao contrário das redes definidas pelo padrão IEEE 802.11, as redes 3G permitem telefonia móvel de longo alcance e evoluíram para incorporar redes de acesso à Internet em alta velocidade e Vídeo-telefonia
Khanimambo Vodacom..., estamos a falar e a navegar com a tecnologia 3G VODACOM em Marromeu! Thanks
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Encontro dos Beirenses e seus amigos no dia 08 de Junho 2013
Caros amigos
Este ano o Encontro dos Beirenses e seus amigos será no próximo dia 8 de Junho de 2013.
Foram imensos os pedidos para que fizesse novamente este ano o fantástico encontro que junta amigos e conhecidos que têm algo em comum que se chama Beira - Moçambique.
O ano passado, além do pessoal da Beira, tivemos representantes do pessoal de Vila-Pery, Gorongosa, Zambézia, Inhambane e Lourenço Marques, Xai-Xai e Cabo Delgado. Deu-me uma grande alegria partilhar esta festa com todos eles (amigos do pessoal da Beira).
Foram imensos os telefonemas e os mails a lançar o desafio para uma nova festança e, claro, não resisti ao apelo.
Sendo assim....Vamos a isso!!!
O Encontro vai ser no dia 8 de Junho (sábado), no mesmo local do anterior, o Hotel Mar e Sol em São Pedro de Muel, pois em "equipa" vencedora, não se mexe.
E como este ano o convívio acontece às portas do Verão, espera-nos um dia excelente, junto dos amigos.
Para quem tem facebook, pode procurar pelo evento que está disponível neste link ( https://www.facebook.com/events/243604365779505/ ) com toda a informação e aderir. Neste endereço, podem ver as fotos da Grande Festa que foi o ano passado.
Kanimambo
Paulo Batista
Qualquer resposta ou questão deverá ser enviada para o email: psbatista72@gmail.com
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Com pesadas dificuldades para o seu progresso, Marromeu amanhã 18 de Abril celebra mais um ano da sua elevação a categoria da vila
Cada novo amanhã é sempre a esperança de uma existência melhor. A vila de Marromeu amanhã 18 de Abril celebra mais um ano da sua elevação a categoria da vila. Com naturalidade a vila cresceu mas a contemporaneidade dos tempos modernos não consegue imprimir boas regras para Marromeu tornar uma vila moderna. A vila está cercada de pesadas dificuldades para o seu progresso.
Do baú de portal de Sena fluem amargas notícias que várias vezes publicamos. Aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
Exemplos:
O sinal da televisão pública TVM desapareceu a mais de 3 anos;
Acesso rodoviário crítico;
Passeios públicos, além de ter pisos péssimos, são estreitos e ocupados por todo tipo de obstáculos;
Praça dos continuadores onde crianças da escola vizinha Heróis Moçambicanos saboreavam seus lanches nos tempos livres está abandonada a mais de 3 anos;
Lixo nas artérias da vila;
Casa de cultura nunca funcionou, o edifício foi reconstruído a 3 anos atrás ou mais;
Etc, etc…
Mas, a vida sinaliza que há esperança ainda.
Voltamos brevemente com mais notícias dos 49 anos da vila de Marromeu
Do baú de portal de Sena fluem amargas notícias que várias vezes publicamos. Aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
Exemplos:
O sinal da televisão pública TVM desapareceu a mais de 3 anos;
Acesso rodoviário crítico;
Passeios públicos, além de ter pisos péssimos, são estreitos e ocupados por todo tipo de obstáculos;
Praça dos continuadores onde crianças da escola vizinha Heróis Moçambicanos saboreavam seus lanches nos tempos livres está abandonada a mais de 3 anos;
Lixo nas artérias da vila;
Casa de cultura nunca funcionou, o edifício foi reconstruído a 3 anos atrás ou mais;
Etc, etc…
Mas, a vida sinaliza que há esperança ainda.
Voltamos brevemente com mais notícias dos 49 anos da vila de Marromeu
Foto: Fernando Raposo
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Rosa inesperada en horas rotas
Partilhamos o texto romântico do nosso amigo José Ramón Santana Vázquez
Rosa inesperada en horas rotas
…He aprendido
a huir de ti
como quien huye
al hacerlo de si mismo.
Has hecho que echen
pasos a mi sombra
y ahora ella debe
ir más aprisa
por alcanzarte.
Justo hasta la maceta
donde me regalas
tu tiempo y el mío
en clave de clavel.
Refunfuños que arañan
orla del cristal
al verse atrapado,
entre las cuerdas tal
ademán liando espías.
Un mensaje traje
quédate y si me ves
date tu la vuelta
quien te lo dice
quien ya vio
ve que vas vela
de ti… y de nadie más…
By José Ramón Santana Vázquez, aqui
Foto: Fernando Raposo
domingo, 7 de abril de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Estão a trabalhar afincadamente no sentido de ligar o posto administrativo de Malingapansi com o resto do mundo
Malingapansi é um dos 3 postos administrativos que formam o distrito de Marromeu na província de Sofala localizado no centro-leste de Moçambique, região costeira do canal de Moçambique, perto da foz do rio Zambeze.
A Empresa de capitais vietnamitas Movitel está a trabalhar afincadamente no sentido de ligar o posto administrativo de Malingapansi ao resto do mundo com a instalação da rede de telefonia móvel. De referir em Marromeu a operadora já estendeu a sua rede nos postos administrativo de Chupanga, Nensa e vila sede.
Segundo fontes uma parte do material que servirá para ligar o posto de Malingapansi com o mundo já se encontra em Marromeu. ‘’A informação incluída nesta publicação provém de fonte considerada não muito fiável de natureza informativa’’
Entretanto a equipa de portal de Sena agradece a especial atenção que a Movitel esta a dar: expandindo a rede de telefonia móvel e providenciando diversos serviços às zonas rurais.
Por: Fernando Raposo
foto: gazetaonline.globo.com
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Complexo de Marromeu: Devastação e conflito
Tudo isso porque o homem, não só destrói o ecossistema como, também, invade vastas áreas construindo suas habitações e produzindo comida para o seu sustento. E mais: pratica a caça furtiva o que coloca ainda mais os animais em perigo permanente.
Face a esta situação, actualmente o conflito homem/fauna bravia é evidente tendo já resultado em morte de 22 pessoas o ano passado e outras 12 no decurso deste ano. A devastação, essa, continua a destruir o habitat dos animais com capim, árvores e outros recursos a constituírem alvo dos habitantes tanto das zonas limítrofes do Complexo como os que vivem no seu interior.
A Reserva Especial de Marromeu foi criada através do Diploma Legislativo nº 1982 de 08 de Junho de 1960, com a finalidade de proteger a maior população de búfalos a nível do mundo. Ocupa uma área de 1500 quilómetros quadrados, localizando-se na província de Sofala concretamente no Distrito de Marromeu sendo limitada a Norte, pela Coutada Oficial nº 14; Sul, pelo Oceano Indico; Oeste, pela Coutada Oficial nº 10 e 11 e Leste, pelo rio Zambeze. Ocupa a parte mais baixa e pantanosa e é circundada pelas coutadas oficiais nº 10, 11, 12 e 14, dai que a região é habitualmente designada por Complexo de Marromeu. A reserva funciona como uma área de reprodução das espécies que sazonalmente imigram para as coutadas situadas nas terras mais altas do complexo de Marromeu.
Com um potencial faunístico muito vasto, o Complexo de Marromeu possui diversos mosaicos de comunidades vegetais que incluem floresta baixa com lagos, matas de miombo, graminal húmido e floresta pantanosa, ribeirinha, savana e mata de acácia, savana de palmeiras, graminal inundado permanentemente, ou sazonalmente, pântanos de papyrus e caniço, lagoas, floresta de mangais (a mais extensa de Moçambique), mata de dunas e praias.
Estas Comunidades vegetais sustentam, uma fauna diversificada e abundante, incluindo búfalos, elefantes, inhacosos, gondongas, pala-palas, hipopótamos, changos e outras espécies.
O Complexo de Marromeu suporta as maiores concentrações de aves aquáticas em Moçambique, e algumas espécies são migratórias como é o caso de flamingos.
Também é habitat para 120 pares reprodutivos de grou-carunculado, e ainda fornece um refúgio crítico para mais de 30 porcento da sua população global durante o período da seca extrema na África Austral. Mangais e estuários extensos sustentam a pesca do camarão, na região conhecida por banco de Sofala.
O Complexo de Marromeu, devido ao seu rico potencial, o Governo de Moçambique deu um passo possessivo em proclamar ou declara-lo através da Resolução nr.45/2003 de 5 de Novembro, que é a parte do Delta do Zambeze como a primeira Terra Húmida em Moçambique mediante a inscrição na Convenção de Ramsar, o acordo internacional sobre a importância e o uso sustentável das terras húmidas no Mundo.
• António Janeiro
Foto: Fernando Raposo
Complexo de Marromeu: Recursos faunísticos e florestais
Maputo: Notícias
Neste domínio, segundo o administrador daquela estância turística, Atanásio Jujumen a monitoria das zonas de pescas, censo faunístico, mortalidade das espécies faunísticas, monitoria da vegetação, conflito homem e a fauna bravia e a caça furtiva.
No tocante ao maneio das zonas de pescas, já foram identificadas várias áreas no interior assim como ao longo da costa como são os casos de Mapuni, Rampa, Mupa Ngonde, Nhandoó, Daudo, Masungu e ao longo do rio Céu até Mapuni no sentido de consciencializar as comunidades locais para efectuar a pesca regrada.
E, por coincidência, são zonas potencialmente ricas em recursos pesqueiros, nomeadamente camarão, lagostas, caranguejo e peixe de várias espécies. Esta área faz parte da zona conhecida por Banco de Sofala.
Entretanto, o último censo faunístico que se realizou no Complexo de Marromeu foi entre Novembro de 2008 a Maio de 2009. Dada a sua diversidade florística, a região da reserva possui excelentes habitats para a maior parte das espécies das pradarias e savanas. É neste contexto que a composição faunística integra as espécies tais como búfalos (Syncerus caffer), elefantes (Loxodonda africana) pivas/inhacosos (Kobus ellipsiprymnus) gondongas/vacas do mato (Sigmoceros lichtensteinii changos (Redunca arundinum), facoceros (Phacochoerus aethiopicus), zebras (Equus burchellii), porcos do mato hipopótamos (Hippopotamus amphibius), pala-palas (Hippotragus niger), crocodilos (Crocodylus niloticus) e diferentes espécies de cabritos do mato.
‘’São raros casos em que se registam mortes naturais das espécies faunísticas, mas no ano 2011 foram registados três casos de mortes de búfalos no interior da reserva Especial e que não foram identificadas as causas dessas mortes’’- disse o administrador do Complexo de Marromeu.
• António Janeiro
Complexo de Marromeu: Devastação e caça furtiva
Maputo: Notícias
Na Reserva Especial assim como em todo o complexo de Marromeu se observam algumas degradações da vegetação devido ao corte desregrado de madeira, o fabrico de carvão, corte de estacas, barrotes, queimadas descontroladas, extracção do mel, abertura de campos de cultivo, abertura de áreas para habitação e outras motivações.
A vegetação da reserva, na região do Delta do rio Zambeze, é predominantemente de espécies endémicas de palmeiras dos géneros Borassus (palmeira alta), Borassus aethiopum, localmente, conhecida como "midicua", muito utilizada para barrotes na construção de casas; e Hyphaene (palmeira baixa), Hyphaene coriacea e Phoenix reclinata, conhecidas localmente, como "micheu" donde se extrai a sura (bebida tradicional), muito consumida pelos habitantes do Delta e são as maiores vítimas da destruição pelas comunidades locais.
As espécies de plantas mais exploradas na Reserva de Marromeu são, designadamente palmeira alta e baixa (usadas para o fabrico de canoas e bebidas), capim (para cobertura de casas), chanfuta, mutondo, metil (também conhecida por njale), mondzo e mabungue.
No entanto, o conflito é mais notório nas zonas altas do Complexo de Marromeu bem assim como ao longo do rio Zambeze e outras áreas de conservação. A título de exemplo, em 2011 foram registados 22 casos de conflito que resultaram em igual número de óbitos, enquanto no primeiro semestre de 2012 registaram-se 12 casos. Os animais tidos como mais problemáticos foram hipopótamos, crocodilos, búfalos e elefantes.
Entretanto, graças a colaboração existente entre as comunidades locais, líderes tradicionais e estruturas administrativas, tem sido possível a neutralização dos infractores que usam diferentes e sofisticadas estratégias na realização das suas actividades, tendo vários casos sido já registados, fundamentalmente porque em quase todas as áreas de conservação no Complexo de Marromeu residem as comunidades humanas, tanto como na sua periferia e também por estarem perto dos centros urbanos. A neutralização dos infractores somente se observa nos locais de venda ou a caminho do mercado, o que quer dizer que os infractores encontram o seu refúgio em alguns membros das comunidades que residem dentro ou na periferia dessas áreas de conservação, segundo explicou Jujumen.
As áreas mais atingidas pela caça furtiva e outras actividades ilegais são, designadamente as zonas altas do Complexo de Marromeu e todo o planalto de Cheringoma, enquanto as espécies da fauna tidas como vitimas são facoceros, nyalas, imbabalas, suni, mangul, cudos e outros antílopes.
• António Janeiro
Complexo de Marromeu: Gestão de recursos naturais
Maputo:: Notícias
O administrador daquela estância turística afirmou ainda que face as grandes pressões que os recursos naturais estão sujeitos, a Reserva Especial de Marromeu tem potenciado os seus esforços também na educação das comunidades locais no sentido de diminuir os índices da caça furtiva, queimadas descontroladas, corte ilegal das arvores, exploração ilegal das areias, saibro, papyrus, pescado e outras actividades ilegais, através de criação de mais novos comités de gestão, mesmo na consciencialização das comunidades no sentido de promover o desenvolvimento sustentável e na preservação de todas formas de legalidade perante aos recursos naturais.
Assim, no âmbito da implementação do Diploma Ministerial Conjunto n.º. 93/2005, de 4 de Maio, subscrito pelos Ministros de Turismo, Agricultura e de Plano e Finanças, mediante a Lei n.º 10/99, de 7 de Julho, que estabelece como benefícios às comunidades locais, vinte por cento de qualquer taxa de exploração florestal e faunística através do decreto 12/2002 de 6 de Junho, já foram criados 12 comités de gestão e dos quais oito já começaram a usufruir dos referidos 20 de exploração dos recursos naturais.
A Reserva Especial de Marromeu fez a entrega oficial através do governo do Distrito de Marromeu do fundo desembolsado pelo Ministério do Turismo no total de 1.274.868,58 (um milhão, duzentos setenta e quatro mil e oitocentos sessenta oito meticais e cinquenta oito centavos) para as comunidades residentes dentro ou na periferia das áreas de conservação para fins do turismo naquele distrito, nomeadamente em Safrique, Macuere, Miguguni, Salone Hermoque, Ngazi, Nhoucaca, Nhapitundu e a comunidade de Cine, desde que o processo começou em 2007.
A Reserva de Marromeu tem cooperado com os seus tradicionais parceiros como são os casos de IUCN, WWF, AWF, EWT, instituições académicas, nomeadamente UEM, UP, UCM, IAC, SAWC, CAWMM, UZ, NUL, Universidade de Natal, Universidade de Califórnia e outras instituições do estado como, por exemplo, MICOA, MINAG, MDN, MINT, Pescas, ME, MC e Governo Provincial de Sofala mediante a partilha de informação, capacitação técnica, pesquisa, cooperação no domínio de treinamento de recursos humanos, na troca de experiências e no apoio moral.
• António Janeiro
Complexo de Marromeu: Acesso dificulta turismo
Maputo:: Notícias
A Reserva Especial de Marromeu tem um cenário natural muito invejável que atrai todo e qualquer admirador da natureza. Observa-se com maior frequência a presença dos estudantes, investigadores ou pesquisadores dos recursos naturais, mas por ser uma zona de difícil acesso, são poucos os visitantes que a Reserva tem recebido. Assim, as autoridades da reserva abriram oficialmente no primeiro semestre do ano 2012 para atender os visitantes de pequena escala. A Reserva detêm boas áreas para o campismo, boas praias e boas paisagens naturais para desfrutar ou delirar como é o caso de Mapuni, Mecanchenga, Luwawe, Milambi, Mupa, Daudo, Nhandoó e Miraloni. Dispõe de equipamentos de campismo para alugar aos turistas ou visitantes que não trazem tendas.
O Complexo de Marromeu, composto pela Reserva Especial de Marromeu, as Coutadas Oficiais Nº 10, 11, 12 e 14, constitui um dos ecossistemas mais rico em biodiversidade na região da África Austral razão pela qual o Governo de Moçambique declarou o local como parte do Delta do Zambeze, Terra Húmida de Importância Internacional em Moçambique mediante a inscrição na Convenção de RAMSAR. A convenção de RAMSAR é um dos acordos mundiais proeminentes para a protecção, conservação e uso sustentável das terras húmidas.
A adesão da República de Moçambique à convenção de RAMSAR foi através da Resolução nº 45/2003, de 05 de Novembro, aprovada pelo Conselho de Ministros e publicada no Boletim da República, I Série nº 45.
• António Janeiro
Complexo de Marromeu: Recursos limitados
Maputo:: Notícias
O administrador da Reserva de Marromeu, Atanásio Jujumen, disse que aquela área de conservação do Estado possui limitação de recursos financeiros, materiais e humanos para o funcionamento pleno da reserva, para além da caça furtiva, queimadas descontroladas, pesca ilegal e outras actividades ilegais. As vias de acesso também são muito problemáticas, principalmente na época chuvosa, devidas as características da própria área.
"Também temos o problema sobre a clarificação dos limites no terreno entre a reserva e as coutadas oficiais entre si"-disse aquele responsável.
Para fazer face a esta situação, a direcção da Reserva de Marromeu perspectiva criar limites notórias entre a Reserva e as Coutadas entre si, e outras formas do uso da terra, construção das casas nos postos fixos de Mapuni, Milambi, Luwawe Mecanchenga e Ngonde, finalização da construção da casa dos hóspedes, construção da residência do administrador, aquisição de meios circulantes (quatro motorizadas e cinco bicicletas), elaboração do plano de maneio da reserva, continuação da abertura das contas bancárias dos comités de gestão, censo faunístico, criação da estatística turística e a respectiva cobrança das entradas na reserva.
• António Janeiro
domingo, 17 de março de 2013
Público de Marromeu viveu momentos de muita animação e festa
Desta vez
foram dois dias de jeito que o público de Marromeu viveu momentos de muita
animação e festa. Canto de actividades diversificadas (musica, desfile e
mais) coloriu as ruas e o palco municipal de Marromeu na semana finda. O evento
foi alusivo a terceira edição de carnaval 2013 onde o publico mais uma vez aderiu em massa para
testemunhar, apoiando os concorrentes, convidados e organizadores do evento. De
referir que a data de realização do carnaval em Marromeu foi adiada por várias
vezes devido as fortes chuvas que se faziam sentir nesta região.
Fotos: Palmeirim Chongo
sábado, 16 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
Acesso rodoviário a Marromeu critico devido à chuva continua
Percorrer 100 km de desvio do distrito de caia na estrada nacional numero um (N1) para Marromeu é autentico martírio, devido a degradação da via de acesso em consequência das chuvas que tem vindo a cair. 100km antes era percorrida em duas horas, tempo que tem sido normal quando a via estiver em condições hoje percorre-se em quatro ou 5 horas e, automóveis sem tracção em 4 rodas ficam entalados ao longo da via. A estrada garante a circulação de pessoas e escoamento de produtos exemplo: açúcar fabricado pela Companhia de Sena, mercadorias etc. com essa, achamos que uma intervenção urgente é necessária.
Preço galopante de chapa entre Marromeu a Caia
Neste momento o preço de transporte publico vulgo chapa entre Marromeu a Caia custa 250 meticais uma distancia de 100km, não sabemos de certo se o valor estipulado é reconhecido com as autoridades competentes ou não e neste momento não podemos questionar aos transportadores sobre a subida do preço porque está nos olhos de cada passageiro o estado avançado da degradação da via. Nós (população) pedimos ao governo para não nos deixar de fora porque neste momento vivemos uma respiração funda com o preço proibitivo de chapa Marromeu-Caia.
Sem mais esperamos pelos dias melhores.
Por: Fernando Raposo
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
A população de Marromeu engrossa a lista dos desinformados
Numa altura em que o sinal da TVM pode ser captado não só em Moçambique mas sim quase em toda parte de África se bem me recordo, Marromeu vive sem sinal da televisão pública nacional (TVM) a mais de 3 anos. E esse tratamento que sei lá (a quem de direito) esta a dar a Marromeu apesar de não ter reservas de nível mundial de carvão ou gás natural não tem justificação plausível porque por exemplo Chinde e Caia tem o luxuoso sinal.
Por vezes, a avaria num produto pode originar outros problemas: a população ficou sem saber ou ver sobre o que se passa pelo resto do mundo engrossando na lista de tantos desinformados que deambulam por Moçambique, os equipamentos (televisores) adquiridos com muitos sacrifícios poderão não voltar a funcionar depois de muitos anos parados. Se bem que marromeu voltará a ter sinal…
A julgar pelo teor das conversas e blablas, esquecimento ou desleixo será mesmo a melhor forma de descrever o actual estado da falta de sinal da TV. E, perante o desânimo nem a visita dos homens da ICS recente terá sossegado a ansiedade dos que esperam por melhores dias.
Tudo isso permitiria concluir que a quem de direito não esta a fazer efetivos esforços para cumprir seu papel constitucional de garantir o acesso aos serviços públicos (acesso a informação por meio de sinal da televisão) erradicando a pobreza e o desenvolvendo dos moçambicanos.
Fernando Raposo
Foto: aqui
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Descarga atmosférica mata três crianças em Marromeu
Três crianças, todas s estavam no mesmo local tentando atravessar a rua algures no Biarro 1 de Maio em Marromeu, morreram em plena rua, vítimas de descarga atmosférica, em consequência das chuvas e trovoadas acompanhadas de ventos fortes que afectaram o distrito de Marromeu na tarde de hoje, deixando também um rasto de destruições que afectaram famílias a nível do município.
Por: Fernando Raposo
CARNAVAL DA CIA DE SENA 2013

Venha participar no CARNAVAL DA CIA DE SENA que será realizado no dia 09/02/2013 as 17:30
LOCAL: Piscina de Marromeu
Haja Solidariedade
Prezados Colegas na Companhia de Sena, amigos e mais
Algumas regiões do país estão sendo assoladas por inundações causadas por chuvas intensas e o transbordar de alguns rios. Esta situação está causando algumas mortes e milhares de pessoas desalojadas a maioria das quais perderam tudo e até ficaram se abrigo, necessitando de uma ajuda para minorar o seu sofrimento.
Viemos por este meio apelar a todos os trabalhadores da Companhia de Sena e seus familiares a sermos solidários com aqueles que mais precisam da nossa ajuda neste momento. Por mais pequena que ela seja, sempre faz a Diferença.
Estaremos colocando caixas onde poderemos depositar os nossos donativos que devem ser de produtos alimentícios não pereciveis (que não apodrecem) tais como arroz, feijão, massas, bolachas e outros bem como roupa nova ou usada (mas limpa e com mínimas condições).
Os que pretenderem oferecer Dinheiro poderão entregar ao Senhor Haridass na Contabilidade e Depois usaremos esse dinheiro para comprar produtos.
Até ao dia 15 de Fevereiro procederemos a entrega desses produtos, em nome dos trabalhadores da Companhia de Sena, à Administração do Distrito que fará o devido encaminhamento, segundo os canais apropriados, às vítimas das cheias.
As caixas encontram-se nos seguintes locais:
1. Edifício da Administração da Companhia
2. Entrada da Fábrica
3. Food Store
4. Garagem
5. Agricultura
6. Segurança
7. Papa Joe's
8. Sena grog.
No food Store e Talho serão colocados uns meialheiros(caixinhas) onde poderemos colocar alguns trocados.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
Rio Zambezi ameaça isolar Marromeu
O aumento do caudal do rio Zambeze que se regista nos últimos dias ameaça
isolar o distrito de Marromeu, em Sofala.
O administrador de Marromeu, Simões Zalambeza, citado pelo jornal “Diário de Moçambique”, afirma que, depois de ultrapassar o nível de alerta (4.75 metros), o rio Zambeze naquele distrito está nos últimos dias a aumentar de caudal, ameaçando cortar a estrada principal que dá acesso á vila-sede, situação que pode concorrer para o isolamento, a qualquer momento, daquela região da província de Sofala.
Zalambeza revelou ainda que até às primeiras horas da manhã de ontem o caudal do rio Zambeze situava-se em 5.66 metros, depois de anteontem ter estado nos 5.30 metros, contra os 4.75 do seu nível de alerta.
Explicou que as águas do Zambeze podem a qualquer momento interromper a circulação na estrada principal que dá acesso à vila-sede distrital, a partir da zona de Nhansawa, que fica próxima do município de Marromeu.
“Ainda não temos cortes na estrada até ao preciso momento, mas nos próximos momentos isso poder acontecer, porque neste ritmo as águas do rio Zambeze podem galgar a estrada e cortar a comunicação a partir da zona de Nhansawa. Estamos com o coração nas mãos, porque o rio está a transbordar velozmente” – disse Simões Zalambeza.
Por outro lado, a fonte afirmou que as autoridades estão a monitorar permanentemente o nível das águas no distrito, principalmente na ilha de Phewe, onde existem ainda pessoas que teimam em manter-se nesta zona, considerada de elevado risco.
“Mandamos ontem um barco com pessoal para a ilha para monitorar a situação e agiremos consoante o relatório que será apresentado pelos nossos enviados, mas estamos a ponderar a possibilidade de retirar as pessoas compulsivamente” – disse Simões Zalambeza.
O administrador de Marromeu, Simões Zalambeza, citado pelo jornal “Diário de Moçambique”, afirma que, depois de ultrapassar o nível de alerta (4.75 metros), o rio Zambeze naquele distrito está nos últimos dias a aumentar de caudal, ameaçando cortar a estrada principal que dá acesso á vila-sede, situação que pode concorrer para o isolamento, a qualquer momento, daquela região da província de Sofala.
Zalambeza revelou ainda que até às primeiras horas da manhã de ontem o caudal do rio Zambeze situava-se em 5.66 metros, depois de anteontem ter estado nos 5.30 metros, contra os 4.75 do seu nível de alerta.
Explicou que as águas do Zambeze podem a qualquer momento interromper a circulação na estrada principal que dá acesso à vila-sede distrital, a partir da zona de Nhansawa, que fica próxima do município de Marromeu.
“Ainda não temos cortes na estrada até ao preciso momento, mas nos próximos momentos isso poder acontecer, porque neste ritmo as águas do rio Zambeze podem galgar a estrada e cortar a comunicação a partir da zona de Nhansawa. Estamos com o coração nas mãos, porque o rio está a transbordar velozmente” – disse Simões Zalambeza.
Por outro lado, a fonte afirmou que as autoridades estão a monitorar permanentemente o nível das águas no distrito, principalmente na ilha de Phewe, onde existem ainda pessoas que teimam em manter-se nesta zona, considerada de elevado risco.
“Mandamos ontem um barco com pessoal para a ilha para monitorar a situação e agiremos consoante o relatório que será apresentado pelos nossos enviados, mas estamos a ponderar a possibilidade de retirar as pessoas compulsivamente” – disse Simões Zalambeza.
Fonte: Rio Zambeze ameaça isolar distrito de Marromeu (Sofala) | Notícias Moz Online http://www.noticias.mozmaniacos.com/2013/01/rio-zambeze-ameaca-isolar-distrito-de.html#ixzz2IXHzBFZD
Foto: Fernando Raposo
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















