sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Na travessia do baixo Zambeze entre Chupanga e Mopeia, incidente com Maiores Baixas do Exército Português - 21Jun1969
O afundamento do batelão
'São Martinho' causou a morte de 100 Militares Portugueses
Excertos dos relatórios:
«A coluna era constituída por trinta viaturas
Unimog. Nela estavam integrados 1 oficial, 1 segundo sargento, 11 furriéis, dos
quais 10 constam ainda como 1ºs Cabos milicianos ... e 137 praças. ...»
«A coluna chegou a localidade de CHUPANGA
(margem sul do Zambeze) em 15Jun69 e ali se demorou, por virtude de falta de
disponibilidade de meios de transposição, até ao dia 21Jun69. ...»
«... o proprietário do batelão assegurou
àquele comandante que o batelão tinha condições para transportar toda a coluna
de uma só vez o que foi corroborado por vários camionistas civis presentes na
ocasião e ...»
«... resolveu aceitar a sugestão do
proprietário do batelão e fazer o embarque da coluna duma só vez, o que teve
lugar cerca das 211600JUN69 [16H00 do dia 21Jun1969]. A saída do batelão
verificou-se cerca das 211630JUN69 [16H30 do dia 21Jun1969].»
«... há cerca de 2 meses, o Sr. Capitão do
Porto do CHINDE verificou que o proprietário ... introduziu alterações num
batelão já existente ... ... para lhe aumentar a capacidade. ... advertiu-o de
que não poderia fazer aquelas alterações sem as submeter à aprovação ... e
muito menos pôr ao serviço o batelão transformado. ... »
«O motor do lado direito parou por duas vezes.
A almadia do mesmo lado, batida por forte ondulação, começou a meter água, que
entrava também pela junta da soldadura incompleta ...»
«... o batelão adernou sobre a direita.»
«Nenhuma. Pelo contrário, colaboraram [os
militares] na tentativa de esvaziamento da almadia alagada e mantiveram-se na
melhor ordem.»
«O afundamento deu-se por volta de 211700JUN69
[17H00 do dia 21Jun1969]»
«Tomando consciência do perigo imediato, o
comandante da coluna procurou evitar o pânico ...»
«Uns lançaram-se à água nadando; outros
agarrados a malas, sacos, tábuas etc; alguns ajudados por camaradas; a maior
parte, porém, foi tragada pelas águas, conjuntamente com as viaturas. ...»
«... uns tantos chegaram a uma ilha onde
pescadores nativos - família CAMPIRA - não só os receberam e agasalharam, como
passaram algumas horas a recolher ... os que tinham ficado sobre as capotas ou
já seguiam rio abaixo. Esta família foi ao extremo de desmanchar uma palhota
para obter lenha com que aquecesse os recolhidos.
A tripulação não teve
qualquer reacção especial.
Procurou pôr-se a salvo,
tendo sido vistos, o proprietário e o mecânico (ambos europeus), afastando-se
do local, nadando vigorosamente.»
«... de notar a colaboração
dos 4 irmãos Campira na procura, recolha e agasalho dos sobreviventes,
imediatamente após o acidente ...»
«Da população
De toda a população,
europeia e autóctones foram recebidas provas de solidariedade e colaboração na
vigilância do Rio no sentido de detectar corpos e na sua recolha e transporte
para MOPEIA: em áreas afastadas do local do acidente - até 70 km para jusante.
De realçar:
- a actuação já referida
dos 4 irmãos CAMPIRA, ao salvarem grande número de vítimas, ao trazerem a
notícia do acidente a MOPEIA e na pesquisa de corpos no Rio.
- a actuação do professor
da Escola de MANHUDO, RAUL MANUEL GENTES NHUMPENZA, que com os seus alunos se
manteve em vigia da margem esquerda do ZAMBEZE por vários dias, e recolheram
grande número de corpos.
Distinguiram-se mais, os
seguintes alunos:
- ZECA MANUEL - 11 anos
- ERNESTO GINO - 13 anos
- JOSÉ CHARE - 10 anos
- JOÃO FRANCISCO - 11 anos
- a actuação do autóctone
ALBERTO JERÓNIMO, tripulante do batelão afundado que, tendo chegado a salvo a
uma ilha, se arriscou a atravessar para a margem S para levar a CHUPANGA e a
LACERDÓNIA (Sede do PAdm) a notícia do acidente.»
Fonte:aqui
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
As perguntas que não se querem calar
Já venho
perguntando isto deste os tempos em que eu era um blogonauta assíduo mas
nunca ninguém ousou em me responder.
Acredito que as
minhas dúvidas são de muitos concidadãos moçambicanos.
Não vou parar de
perguntar até que alguém me responda.
1. Se no dia das eleições,
em plena bicha a espera da minha oportunidade de votar, tiro da minha sacola
uma massaroca para satisfazer as minhas necessidades biológica, estaria a fazer
campanha pela Frelimo ou não?
2. Se eu passar
por um posto de votação, já que os nossos caminhos muita das vezes atravessam
escolas e outras instituições, carregado de um galo que comprará para o caril
do dia, estaria a fazer campanha pela MDM ou não?
3 Se o meu avo
oferecer-me duas galinhas do mato a passar em
pleno local de votação as galinhas apanharem um susto e voarem criando uma agitação
no local, também estaria a fazer campanha pela RENAMO?
Desculpe a
ignorância mas pedia que alguém me ajudasse a perceber.
Pss: parece ser
coscidencia os símbolos do partido MDM e da RENAMO são aves da mesma espécie.
Por: Baptista
Joao
Por: Baptista
Joao
sábado, 11 de outubro de 2014
Cemitério Municipal de Marromeu
Construído em 1964, com fortes traços de arte marcantes da época.
Desconhecemos quando mesmo recebeu o seu primeiro sepultamento mas, há sinais ou marcas do ano 1930 no
interior.
De todos cemitérios em Marromeu, o cemitério municipal é o
mais antigo. Ainda este ano sofreu obra de ampliação, a mesma é
justificada devido à crescente necessidade de guardar urnas.
Se alguém
tiver alguma informação a mais agradeçemos a contribuição.
Por: Fernando Raposo
terça-feira, 7 de outubro de 2014
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Jornal@Verdade de Marromeu
Jornal@Verdade de Marromeu
é uma pagida criada nas redes social filiada ao facebook
São tantos motivos que levaram a criação desta página social filiada
ao facebook, para mais informações aqui. Para se juntar ao grupo aqui
por: Fernando Raposo
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Representantes da oposição 'não vêem game' em Marromeu
FRELIMO AINDA MANOBRA CNE/STAE
Representantes da oposição 'não vêem game'
Inbox de marromeu:
''Hoje dia 26.08em Marromeu - Sofala aconteceu um fiasco sob o olhar impávido dos técnicos da Renamo e MDM no STAE.
Tudo começa com achegada dos Srs. MANUEL MARAIRE, LUIS José MELECO VIRGILIO,enviados pelo STAE Provincial de Sofala para entrevistar e apurar candidatos a formadores de MMV.
Chegada a hora para o inicio da entrevista, o Director Distrital do STAE, Sr. Felisberto Sunza, fez uma encenação: levou os técnicos dos 3Partidos Políticos e com eles entrou na sala de entrevista, mas os enviados pelo STAE Provincial disseram que tinham ordens Superiores que vedavam a presença dos membros do STAE Distrital e dos Técnicos dos Partidos ao local de entrevista e apuramento e assim aconteceu que os técnicos e o Director se retiraram da Sala.
Fez-se a entrevista com a presença de 21Candidatos dos 38inscritos para concorrer 20vagas.
O triste aparece quando dos 21entrevistados, somente foram apurados 9e os restantes 11 apurados para completar 20 nem sequer participaram da entrevista porque na sua maioria viajaram para cidade da Beira e alguns que não importa referir os nomes estavam fazendo trabalho no Partido Frelimo.
Os mesmos Srs. vindos do STAE Provincial que fizeram as entrevistas deixaram uma recomendação no STAE Distrital de Marromeu, segundo aqual devem se criar 3 júris para o apuramento dos MMVs.''
há 15 minutos· Enviada a partir do Chat
O que andam a fazer os directores adjuntos da oposição no CNE/stae a todos os niveis? Desculpem me mas alguns já deviam ser substituídos por manifesta inépcia e incopetencia. ou receberam verdinhas dos bandidos do sise? Vários absurdos acontecem e não tugem nem mugem. Alguma coisa esta errada.
Por: Unay Cambuma
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Luabo: “As cicatrizes falam e as palavras calam
SR. DIRECTOR! Estou grato pela oportunidade que me concede para a publicação dos meus artigos no jornal que dirige. “Tanto quanto me consigo recordar, sempre quis escrever sobre Luabo. Este desejo foi ganhando cada vez mais relevância na minha lista de sonhos - uma pequena lista de aspirações profundas que sempre me acompanharam.
Tinha vários objectivos: Queria concluir a minha licenciatura em Economia. E consegui. Queria ter filhas maravilhosas. São um espanto. Não queria magoar as minhas filhas. E ainda não as fiz. Queria escrever o meu trabalho de licenciatura sobre a vila de Luabo. Fiz em 2011”. Brevemente por lançar a minha obra sobre Luabo e a mesma será constituída em duas partes, sendo a primeira que irá falar da vila de Luabo (surgimento da vila; a população; a ex-Sena Sugar; a era dos bailes…, e a segunda parte sobre a história da equipa Cessel do Luabo (Fundação; os títulos conquistados na Zambézia; fase de apuramento e participação no nacional de futebol/1081 em representação da zona norte, do estádio 10 de Agosto do Luabo; dos tempos gloriosos do Dr. Joaquim Ribeiro Pereira de Carvalho e mais.
Para todos esses artigos que tenho publicado sobre Luabo e do Cessel, escrevo e falo por obrigação, escrevo porque exprimo ou expresso em termos de sentimentos, em termos de coração, em termos de emoção e acho não ser pecado partilhar o pensamento. Quando conheci Luabo, pela primeira vez nos anos 70, adorei a arquitectura de vários edifícios, fiquei logo fascinado pelas pessoas orgulhosas e honradas, gente amigável e bondosa com dignidade e um sorriso lindo, a comida e visitei o campo de futebol do Cessel (Clube dos Empregados da ex-Sena Sugar Estates Limitada), foi aí que passei a conhecer toda a história de futebol do país, através de Cessel e hoje o cheiro de amor está emprestado ao ar.
Quando saí de Marromeu, minha terra natal em 1986, saí da família. Do grupo dos amigos, da partilha dos colegas da escola, da familiaridade dos conhecidos, saí e saí sozinho. Trouxe comigo a instabilidade de uma paixão e a dedicação incondicional. A mim ataca-me quando assisto futebol na televisão, os meus olhos choram de lágrimas, assim mesmo, sem pensar, sem gostar mesmo do jogo, apenas sentindo numa zona indefinida do eu a intraduzível saudade de Cessel de Luabo, a equipa que espalhava o “perfume francês” em matéria de futebol; para mim, com o Cessel do Luabo se foi o bom futebol deste país; a equipa que transformava todos os domingos de futebol em tardes infinitas complementadas por noites de bailes. Em nenhuma parte existe a que se chama companhia, aquela me mata a solidão, todos estamos sozinhos, nascemos sozinhos, nascemos assim, assim morremos e pelo caminho vamo-nos enganando.
Outrossim, apelo aos Amigos e Naturais de Luabo, e aos demais com um forte potencial económico e financeiro e que se encontrem a residir noutros pontos do país, para investirem no Luabo, porque existem condições para a realização das suas actividades, em especial ao governo moçambicano, é chamado a dar o seu contributo na reabilitação e no crescimento da vila do Luabo, nomeadamente na reabilitação consistente da estrada que liga “Zero-Mopeia-Luabo” e nas diversas componentes, particularmente nas áreas de educação, saúde, energia da rede nacional, na área de telecomunicações e abastecimento de água, na esperança que num amanhã, perto ou distante a vida presente se altere e o amor se torne colectivo.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
NAUFRÁGIO CAUSA 20 MORTOS NO CHINDE
Pelo
menos 20 pessoas perderam a vida na sequencia de mais um naufrágio ao
largo da Zambézia, centro de Moçambique, reporta hoje o jornal 'Diário
de Moçambique', editado na cidade da Beira, capital provincial de
Sofala.
O naufrágio, ocorrido na passada quarta-feira em Muendene, e' o segundo depois de um outro ter ceifado a vida a 21 pessoas há três semanas na mesma região.
O administrador do distrito de Chinde, Pedro Câmara, citado pelo jornal, disse que um trabalho preliminar das equipas de resgate presume que o naufrágio tenha sido provocado pela superlotação e mau tempo na zona.
O naufrágio, ocorrido na passada quarta-feira em Muendene, e' o segundo depois de um outro ter ceifado a vida a 21 pessoas há três semanas na mesma região.
O administrador do distrito de Chinde, Pedro Câmara, citado pelo jornal, disse que um trabalho preliminar das equipas de resgate presume que o naufrágio tenha sido provocado pela superlotação e mau tempo na zona.
Já foram recuperados 20 corpos até hoje, mas ainda está em curso o trabalho de resgate. Os corpos encontrados em estado de decomposição são enterrados localmente, mas há outros que são enviados para Quelimane, de onde a embarcação partiu na quarta-feira com 40 pessoas a bordo, disse Câmara.
A embarcação, segundo a fonte, terá transportado ainda mais passageiros ao longo das paragens intermédias, depois de zarpar de Quelimane, o que está a dificultar as autoridades governamentais na identificação do número exacto das pessoas que estavam a bordo.
A 11 de Junho, um outro naufrágio fez 21 mortos, além de 15 desaparecidos na Zambézia, o que forçou o Governo provincial a interditar o tráfego fluvial na rota Muari-Dea, para inspecção das embarcações de transporte de passageiros.
ht/SN
AIM – 07.07.2014
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Khalau garante que a polícia vai encontrar os assassinos das Crinaças do Chinde
(2014-07-03) Cinco dias depois do crime bárbaro ocorrido no
distrito do Chinde, sul da província da Zambézia, onde seis menores foram
barbaramente assassinados por indivíduos até agora a monte, o Comandante-Geral
da Polícia da República de Moçambique (PRM), Jorge Khalau, garantiu que a
corporação vai encontrar os malfeitores e trazé-los à barra da
Justiça.
Khalau falava à imprensa esta quarta-feira após o
seu
desembarque em Quelimane onde veio acompanhar os trabalhos que vêm sendo
realizados pela polícia nesta parcela do país.
Segundo a fonte, todos
criminosos devem ser encontrados porque esta é a missão da polícia, dai que os
que mataram as seis crianças no Chinde também não vão escapar.
Em relação
a Murrotone, o Comandante-Geral da PRM reiterou que as Forças de Defesa de
Segurança (FDS) vão continuar naquele local porque o objectivo é garantir a
ordem e tranquilidade pública. Por outro lado, a população deve se sentir
segura, por isso que as FDS vão fazer de tudo para encontrar os protagonistas
desta acção criminal seja na localidade de Murrotone assim como em
Muxungué.
Refira-se que nesta visita que Jorge Khalau efectua a Zambézia
está acompanhado pelo Vice-ministro do Interior José Mandra e outros quadros da
polícia.
Fonte: Diário da Zambézia
domingo, 15 de junho de 2014
A FORMA MAIS ESTRANHA DE ESCOLTAR (FIR) O COMBOIO DA BEIRA-MARROMEU
Repasso: 14.06.014 HUM, AGENTES FIR, DIZEM QUE ESTAO A ESCOLTAR O COMBOIO DA BEIRA PARA MARROMEU, NA VERDADE ESTAO EM SONO PROFUNDO NAS CADEIRAS DOS PASSAGEIROS.
Fiquei sem palavras...

Reportado por: Amarulas Mutano https://www.facebook.com/amarulas.mutano
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Na Aldeia dos Crocodilos
NOVO LIVRO DE ADELINO TIMÓTEO: “Na Aldeia dos Crocodilos” disponível nas livrarias
O JORNALISTA, escritor e artista plástico Adelino Timóteo lançou terça-feira última, na cidade da Beira, o seu mais recente livro, intitulado “Na Aldeia dos Crocodilos”.
A produção da obra, que é uma criação infanto-juvenil, contou com a colaboração do artista plástico Silva Dunduro, na ilustração, e tem por objectivo revelar a riqueza do imaginário popular moçambicano contando histórias que retratam a vida no mundo subterrâneo.
O lançamento da obra decorreu na Casa Provincial de Cultura da Beira e contou com a presença de diversas individualidades nacionais e estrangeiras.
Na apresentação do livro, o nosso colega, jornalista e delegado do “Notícias” na Beira, Eliseu Bento, explicou aos presentes que para escrever o livro o autor teve como fonte de inspiração o vale do Zambeze, uma região moçambicana onde ocorrem muitos mitos e tabus, retratando a vida no mundo subterrâneo, onde constatou que debaixo de um rio vivem pessoas raptadas por crocodilos e a exercerem actividades domésticas.
Eliseu Bento resumiu que a edição e publicação da obra se enquadra no âmbito do projecto de recolha, recriação e edição de livros baseados em histórias tradicionais moçambicanas visando a promoção da leitura entre alunos das escolas moçambicanas.
Falando em representação do Governo Provincial, o director da Casa Provincial de Cultura da Beira, Félix Chapungo, louvou a iniciativa do autor, afirmando que assim se exalta e dissemina a literatura, se incentiva a leitura e se divulga o património artístico e cultural de Moçambique.
Félix Chapungo desafiou os autores para que consigam distribuir o livro nas escolas da província de Sofala de modo a que os alunos tenham acesso.
Por seu turno, o cônsul-geral de Portugal na Beira, António Pereira, disse que a obra poderá ser mais concorrida pelas crianças como também pelos adultos por apresentar histórias interessantes que reflectem a oralidade moçambicana.
“As fontes orais ajudam-nos a recordar os bons hábitos da nossa cultura porque ela é o elemento catalisador no processo de combate à pobreza e para o desenvolvimento sustentável do país, dada a sua importância”, disse Pereira.
O autor da obra referiu que com estas iniciativas pretende resgatar a oralidade moçambicana, sobretudo das crianças, de modo a crescerem consciencializadas com o imaginário infantil.
“Para fazer esta obra levei aproximadamente um ano, porque não é tão fácil escrever para as crianças terem um gosto pela leitura e que cresçam num mundo informado sobre o que a natureza nos oferece. E são essas crianças que vão, obviamente, garantir o desenvolvimento do amanhã de um determinado país”, explicou Adelino Timóteo.
Foram produzidos cinco mil exemplares do livro, três mil dos quais serão distribuídos gratuitamente nas escolas da cidade de Maputo e os restantes para o resto do país. Foi preparado ainda um outro pacote para ser comercializado a 500,00 meticais.
Para a publicação livro Adelino Timóteo contou com o apoio de várias instituições ligadas à área de literatura, como são os casos da Fundação Contos Para o Mundo, Escola Portuguesa de Moçambique e Agência Catalã de Cooperação para o Desenvolvimento (Governo da Catalunha).
NOTÍCIAS – 30.05.2014
@Verdade sopra do norte
1. Este ano o Jornal @Verdade completará seis anos de existência. A edição número 1 apareceu no dia 27 de Agosto de 2008 e, até hoje, a publicação nunca mais parou, apesar de, algumas vezes, ter atrasado na sua saída. É, na verdade, um feito editorial que, há seis anos, ninguém terá achado sequer provável. Foram anos de muita luta, cumprindo o seu papel de levar a informação, com profissionalismo e dedicação, a todos os moçambicanos sem distinção. À medida que fomos progressivamente acreditando no resultado do nosso trabalho árduo, aprendemos a sobreviver aos ataques cuja finalidade era tirar- -nos o ânimo e, consequentemente, do mercado de comunicação social do país.
2. Nunca deixámos de crer no nosso sonho, na nossa missão e no papel preponderante que temos vindo a jogar na sociedade moçambicana, não obstante os obstáculos que temos enfrentado no quotidiano. Infelizmente, ao longo dos anos, perdemos publicidade e vimo-nos obrigados a reduzir substancialmente a nossa tiragem. Apesar das dificuldades por que passámos, temos nos mostrado prodigiosamente uma das principais fontes de informação do país.
3. E, hoje, comunicamos que o Jornal @Verdade vai mudar a sua sede da capital do país para a cidade de Nampula. Em consequência disso, passaremos, a partir desta semana, a privilegiar a região norte do país na distribuição do jornal, o que significa que os exemplares que eram destinados à província de Maputo e arredores passarão a ser distribuídos na província de Nampula.
4. A decisão de transferir a sede do nosso periódico para a região norte e transformar Maputo numa delegação surge na medida em que alcançámos na sua plenitude os objectivos que presidiram à criação desta publicação de distribuição gratuita. Com o @ Verdade, incutimos o hábito de leitura a nível de Maputo e não só – o que pode ser confirmado pela moldura humana que, todas as manhãs de sexta- -feira, se faz às nossas instalações para obter um exemplar do Jornal @Verdade. Além disso, orgulhamo- nos de criar espaços de debate e de darmos voz aos munícipes, levando as suas reclamações a quem de direito. Sempre acreditamos, firmemente, que dar às pessoas o acesso à informação e um canal para se expressarem é o primeiro passo para envolvê-los como cidadãos activos. E foi isso que, com esmero, o @Verdade fez e continuará a fazê- -lo de forma estóica.
5. Em todo o país, permitimos que os cidadãos comuns com os telemóveis simples contribuíssem, de forma significativa, no relato de factos que, dificilmente, são abrangidos pela considerada grande media. Ajudámos a criar uma massa crítica com vista a alcançarem-se importantes mudanças sociais em Moçambique. Portanto, acreditamos que é possível fazer o mesmo a partir do norte, por sinal a região mais populosa do país.
6. Um dos aspectos não menos importantes que nos fazem mudar é o facto de termos sido solicitados a entregar as instalações em que, há sensivelmente seis anos, temos vindo a ocupar em Maputo, porque, segundo o seu proprietário, se pretende implantar um projecto imobiliário. Na sequência disso, decidimos aproveitar os ventos de mudança para migrar definitivamente para uma região onde o impacto do acesso à informação é, de facto, necessário.
7. Há mais de dois anos temos vindo a operar com uma Redacção no norte do país e, como já referimos, na esteira das alterações em curso, a delegação norte será transformada na nova sede do Jornal @Verdade e Maputo passará a delegação sul, por agora ainda em “parte incerta”. A migração não será brusca, ela irá acontecer paulatinamente ao longo do mês em curso e, em Julho, já não estaremos na capital do país. Os leitores de todo país poderão continuar a ler-nos no nosso website www.verdade.co.mz, no telemóvel (pda.verdade.co.mz), no Facebook, que é por sinal a página de media com maior número de seguidores em Moçambique, ou via subscrição de e-mail. O jornal impresso será reservado aos nossos compatriotas macuas, macondes, ajauas, nyajas e também vai abranger os machuabos.
8. Temos consciência dos enormes desafios e dos quase intransponíveis obstáculos que nos esperam pela frente, visto que é sabido que não é tarefa fácil fazer um jornal a partir de fora da capital do país, que é o centro dos acontecimentos socioeconómicos, culturais e políticos. Se as coisas fossem fáceis, certamente o Jornal @Verdade não teria surgido. Pode parecer que estamos a ser imprudentes tomando essa arriscada decisão. Mas é preciso lembrar as palavras do filósofo grego Epicuro, segundo o qual “os grandes navegadores devem a sua reputação aos temporais e tempestades” e o @Verdade é exemplo paradigmático disso. É pela lógica desse pensamento motivador que nos deixaremos guiar nos próximos tempos.
9. Diz a sabedoria ancestral que a persistência é a “mãe de todas as realizações”, e nós acreditamos que, quando aliada ao profissionalismo e ao trabalho árduo, se torna factor importante para se ultrapassar os obstáculos. Vamos continuar, a partir da província de Nampula, a difundir informações, aconselhamentos, ensinamentos e lazer às comunidades. Sublinhe-se que o nosso foco será apenas a região norte do país.
10. Não somos perfeitos, obviamente. Mas, apesar da nossa fragilidade e falta de meios, vamos continuar a levar as notícias de interesse público aos moçambicanos, mantendo-nos longe da hipocrisia do politicamente correcto e focando-nos apenas no dia-a-dia, nas inquietações e nas realizações da população da região norte do país. Portanto, acolham com afecto tudo o que passaremos a publicar neste jornal, mesmo que, neste e naquele ponto, entendam discordar de nós. E, para podermos subsistir, não deixem de partilhar connosco as vossas ideias e o fruto do vosso trabalho.
@VERDADE – 06.06.2014
domingo, 27 de abril de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Felix Paulo, Governador de Sofala visita Maromeu
Felix Paulo,
Governador de Sofala esta em Marromeu desde do dia 02 ate 5 de Abril. Abaixo estão alguns pontos da
sua agenda:
Encontro com os funcionários
e trabalhadores do estado
Encontro com
trabalhadores da Companhia de Sena;
Encontro com órgãos
autárquicos;
Encontro com os
combatentes;
Visita a algumas
localidades;
Visita aos locais
no âmbito da visita presidencial e mais.
Desejamos ao
governador boas vindas.
quinta-feira, 27 de março de 2014
MOÇAMBICANO NÃO SABE SER SOLIDÁRIO!!!
Muitos de nós dançamos os ritmos de MC ROGER, as discotecas faturaram com as suas actuações, as televisões conquistaram audiências, quantos ja se alegraram em festas com as suas musicas? A pirataria facturou as suas custas, as rádios também ganharam audiência a custa deste homem, nos nossos carros bombamos "patrão é patrão".
E hoje que ele está em "macas" todos lhe viramos as costas?
Dizem que era "showfista" agora aguenta!!!
O que é solidarizar-se? É meter a mão no bolso e dizer toma lá, vai pagar a dívida?
Uma simples palavra como esta:
FORÇA AMIGO, DEUS TE AJUDE A SUPERAR ESTA CRISE...
Já basta pra confortar quem está a precisar de forças para se erguer.
NB: Não devemos nos esquecer que todos nós estamos sujeitos a passar por uma situação idêntica!!!
Copiado do mural de Galiza Matos Jr
MOÇAMBICANO NÃO SABE SER SOLIDÁRIO!!!
quarta-feira, 12 de março de 2014
domingo, 9 de março de 2014
sábado, 22 de fevereiro de 2014
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