quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Algures em Marromeu


Por: Fernando Raposo

OFICIAL DA POLÍCIA DETIDO POR CAÇA ILEGAL EM MARROMEU

O chefe das operações da Polícia da República de Moçambique no distrito de Marromeu, província de Sofala, encontra-se detido indiciado de envolvimento num crime de caça proibida
Trata-se de C. Viegas que em conluio com dois cidadãos civis terá abatido 11 changos e uma pala-pala na coutada oficial número 14.
O comandante provincial da PRM em Sofala, Alfredo Mussa, disse segunda-feira que o referido oficial foi surpreendido com uma arma de caça, refutando deste modo as informações postas a circular segundo as quais o indiciado teria usado armas de guerra para aquela actividade ilegal.
O referido oficial foi detido pela corporação depois de uma denúncia que apontava a sua participação nas acções da caça furtiva.
“Já encaminhámos o processo às instâncias judiciais. Por outro lado, instaurámos o competente processo disciplinar, porque como corporação temos medidas apropriadas para estes casos”, explicou Alfredo Mussa.

A questão de envolvimento de elementos da Polícia na caça proibida não é nova em Sofala.
Num passado não muito distante um outro oficial da Polícia viu-se desvinculado da corporação por causa da caça em áreas proibidas no distrito de Cheringoma. (RM-Sofala)

domingo, 4 de outubro de 2015

Digam todos, Olá Paz

Porque, na paz encontra-se a resposta que vem
da lógica de tudo que não se explica.
Na paz determina-se o modo seguro de caminhar.
Na paz o caminho fica claro e não se sente o cansaço,
nem o desânimo.
Na paz o ar que entra e limpa tudo
lá dentro, não carrega o que pode sujar lá fora.
Na paz resolve-se o quebra-cabeça que deixa
em muitos, depois de montado, a sensação de
que ele ainda permanece na caixa.
Na paz o sangue percorre todo o corpo,
garantindo a vida saudável.
Na paz, homens e mulheres se respeitam
e se ajudam, pois são fortes e indispensáveis
para hastearem a bandeira branca.
Na paz estamos, todos juntos, representando
de mãos unidas, a presença de Deus.

Para muitos, a paz é o contrário de guerra e esta apenas se considera na ausência de conflito, contudo, o conceito de paz engloba muito mais que a simples inexistência de confronto armado.
Na verdade, paz é também assegura a estabilidade física e emocional de todos, é garantir qualidade de vida e liberdade para todo o ser vivo e o cuidado imprescindível ao meio ambiente, à mãe natureza.
Mas em uma escalar mais pequena, paz é saber encontrar serenidade dentro de cada um, saber apreciar as pequenas alegrias da vida, contribuir ativamente para o bem-estar e harmonia do seu lar e do meio envolvente de cada um.

Lembre-se que quando fazemos algo com boa intenção, quando atuamos pelo bem dos outros, ficamos mais perto de alcançar a nossa paz interior ideal e que o nosso gesto, por muito pequeno que possa parecer, vai fazer toda a diferença!

terça-feira, 8 de setembro de 2015

sábado, 29 de agosto de 2015

Grito de Socorro =há problemas sérios de falta de água no Migugune=

Cerca de um sétimo da população mundial não tem acesso à água potável, e estamos ainda na Semana Mundial da Água que começou no dia 23 e termina hoje sábado, decidi sair para captar algumas imagens no Bairro Migugune a 17km da vila de Marromeu. Como forma de manifestar a minha preocupação e pedir a quem de boa vontade e de direito possa ajudar aquela população. As imagens falam por si. 




Imagens: Fernando Raposo 
A inteligência do homem e a tecnologia podem impedir que a falta de água se torne um problema constante…

terça-feira, 25 de agosto de 2015

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Governo vai reajustar preços de referência para salvar açúcar

As quatro empresas de produção de açúcar em Moçambique estiveram, ontem, num frente a frente com o Ministro da Indústria e Comércio, Max Tonela, com o objectivo de denunciar as dificuldades com que a indústria açucareira se depara resultantes da eliminação das taxas aduaneiras na importação daquele produto.   
Trata-se das açucareiras de Xinavane, Maragra, Marromeu e Mafambisse, que estão a passar por um momento difícil na sua actividade e temem ter de parar com as operações. Tudo porque, alegam, o mercado está a receber grandes quantidades de açúcar importado e mais barato, o que coloca em causa a produção interna. Industriais e produtores de cana-de-açúcar pediram ajuda ao Governo para não desaparecerem.
O grito de socorro ocorreu no seminário realizado na Açucareira de Xinavane, distrito de Manhiça, província de Maputo, onde o Governo, através do Ministério da Indústria e Comércio, auscultou as preocupações dos intervenientes na indústria açucareira. O Presidente da Associação dos Produtores de Açúcar de Moçambique (APAMO), Rosário Cumbe, foi o primeiro a apresentar as preocupações .
O problema é que a importação do açúcar já não é taxada ao abrigo do protocolo comercial da Comunidade para o Desenvolvimento dos Países da África Austral (SADC), do qual Moçambique é signatário. O açúcar moçambicano compete, assim, de igual para igual com o açúcar importado, que é mais barato. Suazilândia e África do Sul são os grandes responsáveis pelo açúcar estrangeiro que se consome no sul do país, enquanto que o Zimbabué e o Malawi são os países que abastecem mais as províncias do centro e norte de Moçambique.
Fonte: opais.sapo.mz
Imagem: Fernando Raposo

terça-feira, 21 de abril de 2015

Por ocasião dos 50 anos da sua elevação a categoria de vila autarquia de Marromeu esteve em festa no dia 18 de Abril


A vila autarquica de Marromeu, a norte da Província central de Sofala, esteve em festa no dia 18 de Abril, data em que completou 50 anos desde a sua elevação de simples povoação à categoria de vila, durante a vigência colonial, ou seja, em 1964.
Como cidadão de Marromeu, compartilho com alegria do mesmo sentimento que uniu a população da vila na celebração dos 50 anos da vila. É um momento que reúne renovação de esperanças e disposição de luta para enfrentar  novos desafios que a vila está a exigir e que tem, na sua história, 


Orgulho-me fazer parte sonho comum de construir uma vila e fazer dela o melhor lugar do mundo para, viver e construir para um futuro melhor. Marroquinos somos todos nós. Orgulhemo-nos, em cada 18 de Abril.




Fernando Raposo

sexta-feira, 6 de março de 2015

MALAWI QUER NAVEGABILIDADE DOS RIOS ZAMBEZE E CHIRE

A garantia, segundo escreve a Rádio Moçambique (RM), emissora pública, foi dada pelo Ministro dos Transportes e Obras Públicas, Francis Kasaila.
O governante malawiano reiterou que Moçambique e Zâmbia são os principais parceiros deste projecto, que está dependente do estudo de impacto ambiental, como pré-condição para os passos subsequentes.

O estudo vai fornecer elementos para se determinar se a navegabilidade dos rios Chire e Zambeze é viável ou não do ponto de vista ambiental.
Francis Kasaila disse que as partes envolvidas no projecto deverão analisar as propostas dos consultores para que seja tomada uma decisão definitiva.
A estratégia dos malawianos é tornar navegáveis os rios Chire e Zambeze para o transporte fluvial das suas importações e exportações, até ao porto de Chinde, numa distância de 240 quilómetros.O governo de Lilongwe acha que esta via poderá baixar o custo dos produtos em 60 por cento.
Malawi é um país sem acesso directo ao mar, facto que contribui significativamente para o elevado custo dos bens e serviços, sobretudo os produtos petrolíferos.
De acordo com as obrigações internacionais, Moçambique deve facilitar o acesso ao mar aos países do hiterland.


Desde 2010, o projecto fluvial Chire-Zambeze não tem vindo a registar progressos muito por culpa do Malawi que pretendia navegar os dois cursos da água sem a realização do estudo de impacto ambiental, conforme vem estipulado no Memorando de Entendimento assinado com Moçambique.
O presidente do Malawi, Peter Mutharika, assegurou que todos os projectos desenhados durante a administração do seu falecido irmão, Bingu wa Mutharika, seriam retomados, incluindo a navegabilidade do Chire e Zambeze.
Como parte desta iniciativa, o governo do Malawi construiu o porto de Nsanje, avaliado em 20 milhões de dólares norte-americanos, e inaugurado em Outubro de 2010, mas até agora está inoperacional.

Fonte: aqui 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Companhia de Sena introduz “stevia” para produzir novo açúcar

A Companhia de Sena, situado no distrito de Marromeu, na província de Sofala, está a ensaiar o cultivo de “stevia”, uma planta de origem brasileira, que servirá de matéria-prima para a produção de um novo tipo de açúcar, num projecto que poderá arrancar ainda este ano.

Falando à margem da visita da governadora de Sofala, Maria Helena Taipo à Companhia de Sena, Escat Alaim, director-geral da desta firma, revelou que introdução do novo tipo de açúcar, que abastecerá os mercados nacional e internacional, tem seus alicerces no facto de o actual estar a conhecer uma queda de vendas nos últimos anos, devido à importação do mesmo produto fabricado na vizinha Suazilândia e fornecido no sul do país e Tanzania e Tailândia para a zona Norte.

Alaim fez saber que o cultivo da “stevia” está ainda na fase de massificação nos campos da Companhia de Sena, uma actividade que visa apurar o nível de adaptação aos solos da região uma vez conhecida a potencialidade destes.
De acordo com o director-geral da Companhia de Sena, com a entrada no mercado nacional e estrangeiro do novo tipo de açúcar espera-se que a firma recupere a sua imagem no panorama açucareiro doméstico e fora de portas no que concerne a comercialização deste produto.

Na sua dissertação, Escat Alaim revelou que a “stevia” é um arbusto nativa do Brasil e do Paraguai. Possui uma extraordinária capacidade adoçante em forma natural e é aproximadamente dez ou 12 vezes mais doce que a sacarose doméstico. A planta não causa diabete, para além de que não contém calorias e não altera o nível do açúcar no sangue.
Fonte: Jornal DM

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Cessel do Luabo

Cessel do Luabo " campeão  provincial de futebol" da Zambézia 1976, 80, 81, 82, 83 e 84
Fonte: Orlando Lino Baptista

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Cortadores de cana da Companhia de Sena ensaiam greve

Os trabalhadores da Companhia de Sena  da área  agrícola estão em  colisão com a entidade patronal. Hoje, ensaiaram uma greve reivindicando o pagamento da gratificação (décimo terceiro salário).  Em protesto destruíram um veículo, danificaram escritorios e um armazém

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Vento forte e chuva de granizo destroem casas em Marromeu

Uma tempestade com ventania e granizo destruiu o telhado de casas e derrubou várias árvores na primeira semana do ano 2015 em Marromeu.